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quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Uma nova diferença entre os sexos

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Fernando Reinach*

Apesar de todo ano estudantes de Medicina dissecarem centenas de cadáveres, ninguém acredita que ainda é possível descobrir estruturas no corpo humano. De tão estudada, a anatomia humana se tornou uma ciência moribunda. Mas, agora, três antropólogos identificaram um detalhe em nossa anatomia que havia passado despercebido.

O interessante é que eles não fizeram a descoberta dissecando corpos, mas partiram de considerações sobre a evolução humana. Desde que nossos ancestrais se tornaram bípedes, nosso centro de gravidade, que se localizava entre as patas anteriores e posteriores, passou a se localizar sobre a bacia. Nos homens, o centro de gravidade não se altera ao longo da vida, mas nas mulheres ele se desloca para frente durante a gravidez ou quando a fêmea carrega o filho.

Para compensar esse desequilíbrio, as mulheres curvam a parte inferior da coluna vertebral e acentuam a lordose (aquela curva na coluna logo acima das nádegas). Essa modificação de postura, chamada de lordose fisiológica, pode ser observada em praticamente todas as mulheres grávidas, e tem como função deslocar para trás o centro de gravidade, restabelecendo o equilíbrio.

Se durante milhões de anos as mulheres passaram grande parte de suas vidas grávidas ou carregando os filhos, isso deve ter favorecido a seleção de características morfológicas que facilitam a transição entre a situação sem lordose (entre gestações) e a situação com lordose (durante a gestação).

Os antropólogos, convencidos que essa pressão provavelmente favoreceu alterações nos esqueletos das mulheres, compararam minuciosamente os esqueletos de mulheres e homens. O que descobriram foi uma pequena diferença na forma das vértebras lombares. Nos homens, essas vértebras têm aproximadamente o formato de um cubo, de modo que as superfícies que entram em contatos com as vértebras imediatamente acima e abaixo são paralelas. No caso das mulheres, essas vértebras têm o formato de cunha e as mesmas superfícies em vez de serem paralelas, formam um pequeno ângulo.

Essa sutil diferença entre homens e mulheres, que nunca havia sido descrita, explica a facilidade com que as mulheres curvam a base da espinha e provocam a lordose necessária para manter o centro de gravidade sobre a bacia. Se essa modificação foi causada por mecanismos de seleção natural, ela deveria estar presente somente nos nossos ancestrais que assumiram a postura ereta. Foi exatamente isto que os antropólogos encontraram quando examinaram as vértebras dos esqueletos fossilizados de outros hominídeos. Nos que assumiram a postura ereta, os esqueletos de fêmeas têm vértebras em forma de cunha.

Essa “nova” diferença entre os sexos ajuda a explicar por que os machos da nossa espécie, mesmo quando desenvolvem enormes barrigas por causa do consumo de cerveja, são incapazes de desenvolver uma lordose fisiológica, enquanto as fêmeas jovens, mesmo antes de engravidar, são capazes de forçar a lordose, arrebitando as nádegas.

Como Darwin já havia observado, as características sexuais secundárias acabam sendo usadas para atrair o outro sexo. Não podia ser diferente no caso da lordose.

Mais informações em Fetal load and the evolution of lombar lordosis in bipedal hominins, na Nature, vol. 450, pag. 1.075, 2007.

*Biólogo - fernando@reinach.com

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Cientistas próximos da criação de vasos sanguíneos artificiais

Minúsculos tubos são obtidos em laboratório a partir de células-tronco

O Globo

Cientistas americanos do Massachusetts Institute of Technology (MIT) anunciaram que estão próximos da criação de vasos sanguíneos artificiais.

Eles conseguiram criar minúsculos tubos em laboratório a partir de células-tronco.
A obtenção de vasos sanguíneos artificiais é considerado um dos importantes desafios da medicina regenerativa porque eles poderão transplantados para diversos órgãos que precisem de grandes quantidades de tecidos vasculares.

A equipe do MIT fez com que células-tronco chamadas de células progenitoras endoteliais fossem esticadas, formando tubos em volta de um modelo em escala nano que continha ranhaduras.

Importância para fornecer sangue para outros tecidos As células detectaram as ranhaduras e se alongaram, alinhandose na mesma direção, o que resultou em uma estrutura multicelular com margens definidas. Com a ajuda de um gel, que induziu o crescimento das células, foram formados tubos tridimensionais.

De acordo com os cientistas, no trabalho publicado na revista “Advanced materials”, isso provou que é possível controlar o desenvolvimento das células usadas para formar esses vasos.

Pesquisadores já haviam conseguido criar vasos mais largos, mas a formação de minúsculos capilares, necessários para fornecer sangue para outros tecidos e para órgãos sempre foi considerado uma tarefa mais complicada.

sábado, 22 de dezembro de 2007

Le Viagra fait aussi bander les muscles des sportifs

Cyclisme, alpinisme et... courses de chevaux: des sports où la pilule bleue est utilisée comme dopant, améliorant l'oxygénation.

Montage: Yann Guégan.

En boostant leurs performances sexuelles, le Viagra permet à beaucoup d'hommes de grimper au septième ciel. Plus surprenant, le médicament permettrait également aux cyclistes, aux alpinistes et des chevaux de course d'atteindre des sommets de performance.

Nous entrons dans une période de fêtes, où le Viagra va être être abondamment consommé par les non-sportifs, qui veulent être à la hauteur sous la couette. Mais depuis son arrivée sur le marché en 1998, le sildénafil, la substance contenue dans les petits losanges bleus, a prouvé ses mérites en matière de vasodilatation pulmonaire, fonction limitante des activités d’endurance maximale ou altérée, par exemple lors des efforts en altitude. Plus surprenant, il est aussi utilisé pour booster les performances des chevaux lors des courses hippiques.

Les poumons se comportent comme les corps caverneux de la verge

Déjà en 2001, nous avions signalé dans la presse sportive que le Viagra, médicament commercialisé pour les troubles de l’érection, s’était échappé pratiquement incognito des alcôves douillettes pour rejoindre les camps d’altitude afin de limiter le mal aigu des montagnes (MAM).

L’équipe du professeur Martin Wilkins, du Centre national de cardiologie de l’hôpital Hammersmith, dans l’ouest de Londres, a démontré que l’enzyme qui gênait l’afflux du sang dans le pénis chez des personnes en difficultés érectiles provoquait aussi des difficultés respiratoires dans un air appauvri en oxygène. En somme, les poumons se comportent comme les corps caverneux de la verge, subissant une vasoconstriction des artères qui empêche une bonne oxygénation.

Or le Viagra, inhibant l’action de cet enzyme, stimule la turgescence du sexe masculin et la dilatation des vaisseaux sanguins pulmonaires. Aujourd’hui, les aptitudes sur l’appareil respiratoire du petit comprimé bleu intéressent de plus en plus les spécialistes de la haute montagne.

La pilule bleue devrait se diffuser massivement chez les grands trekkeurs

Conséquences: les études consacrées au sildénafil se multiplient. L’une des dernières en date a eu pour théâtre le mont Blanc. Douze volontaires ont été héliportés vendredi 11 juillet 2003 à l’observatoire Vallot (4 360 m) près du plus haut sommet des Alpes où ils ont testé pendant six jours les effets secondaires du Viagra.

Ce test clinique, incité par le docteur Jean-Paul Richalet, professeur de médecine à l’université Paris XIII, et directeur scientifique de l’association pour la recherche en physiologie de l’environnement, vise à observer les effets du sildénafil, principe actif contenu dans le Viagra, sur l’hypertension pulmonaire et les maladies liées à l’altitude.

Ce sildénafil a déjà été exploré pour soigner l’angine de poitrine et pourrait permettre de lutter contre le mal des montagnes (MAM). Les douze hommes, âgés d’une cinquantaine d’années, ont pris du Viagra alors que, parallèlement, ils pédalaient sur des vélos d’appartement et étaient suivis par quatre médecins présents à l’observatoire Vallot. Résultat? La moitié ayant pris du Viagra avait des performances nettement supérieures, et respirait bien mieux. Leur circulation sanguine était aussi plus fluide.

Compte tenu de ces premiers résultats prometteurs publiés en janvier 2005, on doit s’attendre à une diffusion massive du médicament dans les trekkings d’altitude.

Les femmes des coureurs cyclistes omniprésentes à l'arrivée

D’autres équipes sont sur le même créneau de recherche. Au mois d’août 2003, ont eu lieu deux expériences similaires à celle du refuge Vallot. L’une a été menée par des scientifiques suisses sur le versant italien du Mont-Rose, et l’autre en Californie à White Mountain (4 000 m). Déjà au printemps, au camp de base de l’Everest, à 5 400 m d’altitude, des chercheurs allemands de l’université de Giessen, aidés de 120 porteurs et de 50 yacks pour le transport du matériel, avaient testé le Viagra sur 14 alpinistes tentant l’ascension du Toit du monde.

Il est à craindre que le sildénafil ne concerne pas que les amateurs de régions escarpées accessibles seulement à pied ou à dos de mulet mais aussi tous les sportifs grimpant avec du matériel, tel les cyclistes du Tour de France dans les étapes de montagne. D’ailleurs, on peut se poser la question de savoir si la petite pilule bleue n’a pas déjà investi la pharmacie des géants de la route, lorsqu’on apprend que les femmes des coureurs sont omniprésentes à l’arrivée des étapes!

Dans la mesure où la très prisée érythropoïétine (EPO) et la non moins fameuse homotransfusion (avec le sang d’une personne compatible) sont de mieux en mieux traquées par les laboratoires antidopage agréés par l’Agence mondiale (AMA), il est à parier que le Viagra non encore prohibé (pour l’instant) sera probablement présent dans la pharmacie top niveau des compétiteurs des prochains évènements sportifs planétaires, tels que Jeux olympiques de Pékin, tournois de tennis du grand chelem, Tour de France etc. autant sur les aires sportives que sous la couette.

ALPINISME. Le mal des montagnes, fléau des cimes. Le mal d’altitude peut affecter toute personne qui monte à plus de 2 500 mètres, sa prophylaxie médicamenteuse attire les convoitises des laboratoires pharmaceutiques. Rappelons qu’en dessous de 2 000 m d’altitude, 10 à 15% des personnes l’éprouvent; entre 3 000 et 4 000 mètres, ils sont 50% à en souffrir et ce chiffre passe à 75% entre 4 000 et 5 000 mètres.

La baisse de la pression partielle d’oxygène dans l’air, d’autant plus importante que l’altitude atteinte est élevée, est à l’origine de cette pathologie. Celle-ci est, dans la plupart des cas, bénigne et spontanément régressive, mais peut parfois évoluer vers l’œdème cérébral de haute altitude (OCAH), potentiellement mortel.

D’un autre côté, la marche en haute montagne n’est plus une affaire de spécialistes hyperentraînés. On trouve de plus en plus de citadins ayant une condition physique très éloignée des exigences de l’effort en altitude dont certains, moyennant finances, se font tracter en haut de l’Everest. Le Népal accueillerait ainsi chaque année plus de 60 000 randonneurs en provenance des pays occidentaux.

Par exemple, en 1997, un petit pays comme la Suisse en fournissait un contingent de… 8 000! Parmi tous ces trekkeurs, nombreux ont dépassé la quarantaine et ont des systèmes vasculaires plus ou moins performants. Souvent, les organisateurs de voyages sportifs et les professionnels de l’aventure poussent à la consommation en conseillant à leurs adhérents de se faire prescrire des médicaments anti-MAM (corticoïdes, diurétiques, acide acétylsalicylique et aujourd’hui Viagra).

Ce sujet a bien sûr sa place dans une chronique sur le dopage, car si prendre du Viagra pour affronter les dénivelés n’est pas du dopage, il illustre une dérive de la compétition contre les autres mais aussi contre soi-même!

CYCLISME. Du Viagra pour mieux grimper les grands cols.Le Viagra (sildénafil) serait utilisé aussi à grande échelle au niveau du peloton cycliste. Selon une enquête réalisée par la Gazet van Antwerpen, le produit circule en effet depuis le milieu de l’année 2004 dans le peloton. Il améliorerait sensiblement les performances des cyclistes, notamment dans le cadre de stages en haute altitude.

Le problème est d’ailleurs évoqué dans les sphères sportives se préoccupant des contrôles antidopage. Le docteur Reno Roelandt, membre du Comité olympique belge et de l’Agence mondiale antidopage (AMA), expliquait:

"Maintenant, nous laissons l’enquête se poursuivre, afin de voir si le Viagra a également des effets dans le cadre d’altitudes plus basses. Mais ce produit doit être mis sur la liste des produits dopants, vu qu’une consommation en grande quantité est dangereuse pour la santé"

De même, le quotidien Le Monde dans son édition du 24 juillet 2005, sous la plume de son envoyé spécial sur la route du Tour de France à Le Puy-en-Velay, témoigne sur la présence du Viagra dans les liquides biologiques des forçats de la route:

"Dans les laboratoires antidopage, les chercheurs n’en reviennent toujours pas de leur découverte : un nombre croissant d'échantillons d’urine prélevés sur des athlètes, et en particulier des cyclistes, laisse apparaître la présence de Viagra.

Pour l’heure, l’Agence mondiale antidopage (AMA) n’envisage pas d’inscrire le médicament sur la liste des produits interdits. Et, contrairement au cannabis par exemple, le cantonne à un usage festif."

De notre côté, nous espérons que l’Agence mondiale antidopage (AMA) avec son nouveau président fraîchement élu, l’Australien John Fahey, n’attendra pas que l’ensemble des compétiteurs licenciés, en dehors des activités d’alcôves, ne carburent au Viagra pour s’y intéresser et le coucher sur la liste rouge.

EQUITATION. Des étriers, une selle en cuir, une cravache et du Viagra. Le 16 mai 2005, on apprend que la police italienne a découvert un hippodrome clandestin où la mafia locale organisait des courses truquées avec des chevaux dopés au Viagra et à d’autres médicaments. La piste, construite illégalement, utilisée dans le plus grand secret et que les initiés désignaient sous le nom de code de "Miss Charmet", est située à proximité de la ville de Naples; berceau de la Camora (version napolitaine de la Mafia sicilienne).

"Nous pouvons certifier l’usage du fameux (médicament) Viagra pour améliorer les performances des chevaux", a déclaré le commandant de police Mario Pantano à des télévisions locales. L’hippodrome et les chevaux ont été confisqués par la police, qui les estime à une valeur totale de cinq millions d’euros.

sábado, 10 de novembro de 2007

Health Care Excuses


By PAUL KRUGMAN

The United States spends far more on health care per person than any other nation. Yet we have lower life expectancy than most other rich countries. Furthermore, every other advanced country provides all its citizens with health insurance; only in America is a large fraction of the population uninsured or underinsured.

You might think that these facts would make the case for major reform of America’s health care system — reform that would involve, among other things, learning from other countries’ experience — irrefutable. Instead, however, apologists for the status quo offer a barrage of excuses for our system’s miserable performance.

So I thought it would be useful to offer a catalog of the most commonly heard apologies for American health care, and the reasons they won’t wash.

Excuse No. 1: No insurance, no problem.

“I mean, people have access to health care in America,” said President Bush a few months ago. “After all, you just go to an emergency room.” He was widely mocked for his cluelessness, yet many apologists for the health care system in the United States seem almost equally clueless.

We’re told, for example, that there really aren’t that many uninsured American citizens, because some of the uninsured are illegal immigrants, while some of the rest are actually entitled to Medicaid. This misses the point that the 47 million people in this country without insurance are an ever-changing group, so that the experience of being without insurance extends to a much broader group — in fact, more than one in every three people in America under the age of 65 was uninsured at some point in 2006 or 2007.

Oh, and finding out that you’re covered by Medicaid when you show up at an emergency room isn’t at all the same thing as receiving regular medical care.

Beyond that, a large fraction of the population — about one in four nonelderly Americans, according to a Consumer Reports survey — is underinsured, with “coverage so meager they often postponed medical care because of costs.”

So, yes, lack of insurance is a very big problem, a problem that reaches deep into the middle class.

Excuse No. 2: It’s the cheeseburgers.

Americans don’t have a bad health system, say the apologists, they just have bad habits. Overeating and teenage sex, not the huge overhead of America’s private health insurance companies — the United States spends almost six times as much on health care administration as other advanced countries — are the source of our problems.

There’s a grain of truth to this claim: Bad habits may partially explain America’s low life expectancy. But the big question isn’t why we have lower life expectancy than Britain, Canada or France, it’s why we spend far more on health care without getting better results. And lifestyle isn’t the explanation: the most definitive estimates, such as those of the McKinsey Global Institute, say that diseases that are associated with obesity and other lifestyle-related problems play, at most, a minor role in high U.S. health care costs.

Excuse No. 3: 2007 is better than 1950.

This is an argument that baffles me, but you hear it all the time. When you point out that America spends far more on health care than other countries, but gets worse results, the apologists reply: “Sure, we spend a lot of money on health care, but medical care is a lot better than it was in 1950, so it’s money well spent.” Huh?

It’s as if you went to a store to buy a DVD player, and the salesman told you not to worry about the fact that his prices are twice those of his competitors — after all, the machines on offer at his store are a lot better than they were five years ago. It is, in other words, an argument that makes no sense at all, yet respectable economists make it with a straight face.

Excuse No. 4: Socialized medicine! Socialized medicine!

Rudy Giuliani’s fake numbers on prostate cancer — which, by the way, he still refuses to admit were wrong — were the latest entry in a long, dishonorable tradition of peddling scare stories about the evils of “government run” health care.

The reality is that the best foreign health care systems, especially those of France and Germany, do as well or better than the U.S. system on every dimension, while costing far less money.

But the best way to counter scare talk about socialized medicine, aside from swatting down falsehoods — would journalists please stop saying that Rudy’s claims, which are just wrong, are “in dispute”? — may be to point out that every American 65 and older is covered by a government health insurance program called Medicare. And Americans like that program very much, thank you.

So, now you know how to answer the false claims you’ll hear about health care. And believe me, you’re going to hear them again, and again, and again.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

¿Un gen para "demorar" la vejez?

SEGUN UN ESTUDIO DE CIENTIFICOS INGLESES, AYUDARIA A LIMITAR LOS MALES PROPIOS DE LA TERCERA EDAD

Por: Alok Jha
Un grupo de científicos ingleses descubrió un gen que regula la duración de vida en los mamíferos y podría conducir un día a la aparición de tratamientos que atrasen el envejecimiento y las enfermedades que le son propias, como el Mal de Alzheimer, el cáncer y las dolencias cardíacas.

Experimentos en ratones machos mostraron que aquellos que carecían de un gen llamado IRS-1 vivían un 20 por ciento más y llevaban vidas más saludables. En tanto que los ratones hembras

sin este gen tenían una longevidad aún mejor ya que vivían un promedio de un 30 por ciento más. Al margen de tener una vida más larga, los ratones sin el IRS-1 eran mucho más saludables que los ratones normales a medida que envejecían, tenían ojos más brillantes, un mejor funcionamiento del sistema inmunológico y huesos y pelaje más lozanos.

Dominic Withers, del Centro de Investigaciones sobre el Envejecimiento en la University College London, que fue quien lideró este estudio, explicó que "estos resultados sugieren que el IRS-1 es un sendero conservado por la evolución que regula el tiempo de vida de los mamíferos y podría apuntar a métodos para atrasar potencialmente el envejecimiento en los seres humanos".

El IRS-1 participa de la función de regulación de la función de la insulina, hormona que controla la cantidad de azúcar en sangre.

Los resultados obtenidos por el profesor Withers, que aparecieron ayer en Internet, en la publicación Faseb, se suman a una creciente cantidad de trabajos científicos, que señalan una relación entre los genes que regulan la insulina y la forma cómo envejece un animal. Genes similares en las moscas de la fruta y los gusanos ya fueron relacionados con un tiempo de vida mayor.

David Gems, otro de los autores del estudio, indicó que el trabajo con el IRS-1 en ratones es el primero en mostrar que los mamíferos pueden mantenerse saludables a medida que envejecen. "Lo que vimos en estos animales fue un aplazamiento de la aparición de enfermedades de la vejez, como la osteoporosis, la diabetes y los trastornos del sistema inmunológico. Pero no cabe duda de que estudiar todos estos mecanismos en los seres humanos es mucho más complejo porque nuestra expectativa de vida es mayor. De todos modos, tanto éste como otros trabajos nuestros sobre el proceso del envejecimiento están sentando bases científicas cruciales".

El profesor Withers no está seguro todavía por qué razón la extracción del IRS-1 condujo a una vida más prolongada en los ratones. "Es probable que el motivo por el que funciona es que es bueno que el animal reciba un poco de estrés".

Si los científicos descubren la manera para manipular al gen IRS-1 en los humanos, podría acarrear grandes beneficios médicos. Pero tendrán que pasar unos 10 años antes de que se puedan transferir los resultados a los humanos.

TRADUCCION: Silvia S. Simonetti

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Bacteria responsible for more deaths in the United States each year than AIDS.

Schools in Several States Report Staph Infections, and Deaths Raise the Alarm

Bill Crandall for The New York Times

The nurse, Jenny Jones, and the principal, William Gregory, at a Maryland high school where there were staph infections.

By IAN URBINA


The New York Times

SANDY SPRING, Md., Oct. 18 — When the football players here at Sherwood High School were not getting the message about washing their uniforms and using only their own jerseys, the school nurse paid a surprise visit to the locker room. She brought along a baseball bat.

“Don’t make me use this,” the nurse, Jenny Jones, said, pointing out that seven players on the team had already contracted a deadly drug-resistant strain of bacteria this year. “Start washing your hands,” she said. “I mean it.”

School officials around the country have been scrambling this week to scrub locker rooms, reassure parents and impress upon students the importance of good hygiene. The heightened alarm comes in response to a federal report indicating that the bacteria, methicillin-resistant Staphylococcus aureus, or MRSA, are responsible for more deaths in the United States each year than AIDS.

MRSA (pronounced MEER-suh) is a strain of staph bacteria that does not respond to penicillin or related antibiotics, though it can be treated with other drugs. The infection can be spread by sharing items, like a towel or a piece of sports equipment that has been used by an infected person, or through skin-to-skin contact with an open wound.

On Wednesday and Thursday, scores of schools were closed and events were canceled in Connecticut, Maryland, North Carolina, Ohio and Virginia as cleaning crews disinfected buses, lockers and classrooms. More closings are planned on Friday.

School officials in Mississippi, New Hampshire and Virginia reported student deaths within the past two weeks from the bacteria, while officials in at least four other states reported cases of students being infected.

The federal report, written by doctors at the Centers for Disease Control and Prevention, found that nearly 19,000 people had died in the United States in 2005 after an invasive MRSA infection. The study also suggested that such infections might be twice as common as previously thought.

This week, health officials began reporting a growing number of cases in schools, gyms and day care centers, and not just in nursing homes and hospitals, as has often been the case in the past.

Nicole Coffin, a spokeswoman at the centers, said that while the results of the study are striking, it is important to realize that about 85 percent of the infections reported from the bacteria were in health care settings.

“MRSA in the community is typically a mild skin infection that rarely becomes life-threatening,” she said, adding that even when it does become more severe, the death rates for this type of infection are low.

Here in Sandy Spring, students seem to be getting the message that they need to take extra care.

“I think they’re taking it seriously now,” William Gregory, the principal at Sherwood High School, said of members of the football team. “She is pretty emphatic,” he said, pointing to Ms. Jones. “But the students are also seeing the reports of deaths, and that has reminded them.”

He added that as he visits locker rooms now, the tell-tale stench is gone from athletes’ uniforms, and students are calling him and the nurse diligently when cuts do not seem to be healing.

Elsewhere in the state, more than two dozen staph infections have been reported by four Anne Arundel County high schools over the past three weeks. County officials sent letters to parents explaining that crews have been scrubbing schools with hospital-grade disinfectant.

Ashton Bonds was one of the rare cases of a death from MRSA contracted outside a health care facility. Mr. Bonds, a 17-year-old football player from Staunton River High School in Moneta, Va., died Monday from the bacteria.

“He put up a fight,” said Veronica Bonds, Ashton’s mother. “He was strong. I just think he was just tired, too.”

In response to the death, students throughout the county protested what they called unsanitary conditions in their school buildings.

Although school officials have observed that the bacteria mostly affect student athletes, cases have been reported in children of elementary school age as well.

“I worry about her getting sick anyway, but I don’t want her to catch something that will make her very, very ill,” said Kelli Stammen about her 2-year-old daughter, who attends city-sponsored recreation and library classes in Grove City, Ohio, where a 17-year-old high school student was put in intensive care unit in September with a staph infection.

The C.D.C. study found that 27 percent of all invasive MRSA infections originated in hospitals, while 58 percent began outside of a hospital but in patients with some recent exposure to the health care system.

The remaining 15 percent of invasive MRSA cases originated in the community without any apparent health care risk factor.

Bob Driehaus contributed reporting from Cincinnati.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Exame de sangue aponta propensão ao Alzheimer

Método desenvolvido na Califórnia analisa proteínas sangüíneas e indica com 90% de exatidão se a pessoa desenvolverá a doença


Da Redação - Correio Braziliense
AP Photo/Rick Bowmer - 18/6/07
Americana mostra sensor que monitora rotina em casa e ajuda a acusar Alzheimer: diagnóstico difícil

Cientistas norte-americanos anunciaram a descoberta de um exame de sangue capaz de identificar, com até seis anos de antecedência, o surgimento do mal de Alzheimer num indivíduo. A doença degenerativa, que leva à perda gradual de memória, locomoção e capacidade de raciocínio, só é determinada atualmente pela exclusão de outras possíveis disfunções que provocam lapsos mentais. O estudo, liderado por Tony Wyss-Coray, professor da Universidade de Stanford, na Califórnia, testou o sangue de 249 pessoas — entre indivíduos saudáveis, com sintomas prematuros do Alzheimer ou nos estágios avançados da doença.

Os pesquisadores analisaram 120 proteínas encontradas no plasma sangüíneo que funcionam como mensageiros químicos entre células do sangue, do cérebro e do sistema imunológico. Os participantes da pesquisa que eram portadores do mal de Alzheimer e os que acabaram por desenvolver a doença poucos anos depois do exame apresentaram uma concentração elevada de 18 proteínas. “Do mesmo modo que um psiquiatra pode deduzir muitas coisas escutando as palavras de um paciente, ‘escutando’ diferentes proteínas podemos ver que algo não funciona com as células”, disse Wyss-Coray. “Nossa hipótese é de que há algo errado com a produção de certas células sangüíneas supostamente necessárias para a limpeza da substância que se acumula no cérebro de quem sofre de Alzheimer”, acrescentou o especialista.

O estudo, publicado no domingo na revista Nature Medicine, apresentou um surpreendente índice de 95% de exatidão no diagnóstico do mal de Alzheimer. O exame de sangue também se mostrou eficiente na identificação de indivíduos que desenvolveriam a doença. Para obter esses resultados, os cientistas estocaram as amostras de sangue de 47 pessoas com leve perda de memória. O grupo foi acompanhado por um período de dois a seis anos. Cerca de 90% dos casos de desenvolvimento posterior da doença, dentre as pessoas analisadas, foram identificados pelo exame.

Segundo o médico Sam Gandy, presidente do Conselho Médico e de Assessoramento da Associação do Alzheimer, a pesquisa estimulará a busca por tratamentos capazes de prevenir ao máximo o mal antes de seu aparecimento. De acordo com Patrick Lynn, presidente da Satoris Biomakers for Neurology, instituto científico que participou do estudo, o exame de sangue deverá ser introduzido nos centros de pesquisa até 2008. No entanto, para ser validada, a pesquisa ainda deve ser repetida por outros laboratórios independentes. Ainda não foi descoberta a cura para o mal de Alzheimer, que atinge mais de 20 milhões de pessoas em todo o mundo. No entanto, a aplicação precoce de medicamentos reduz os danos neurológicos.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Remédios sob suspeita

Fabricantes tiram do mercado nos EUA medicamentos contra gripe para bebês

Gardiner Harris Do New York Times

Os principais fabricantes de medicamentos contra gripe e resfriado para crianças com menos de 2 anos anunciaram ontem que vão voluntariamente retirar seus produtos do mercado americano. O motivo alegado é o temor de que eles sejam usados de forma errada pelos pais. A retirada voluntária afeta somente as drogas que têm a faixa etária de 2 anos ou menos discriminada no rótulo.

A decisão aconteceu duas semanas depois de especialistas em segurança recomendarem à Administração de Remédios e Alimentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) que considerasse a proibição da venda de medicamentos para gripe e resfriado para crianças com menos de 6 anos de idade.

Na verdade, a própria associação comercial da indústria farmacêutica nos EUA (Consumer Healthcare Products Association) recomendou, há duas semanas, que esse tipo de remédio não deveria ser mais usado por bebês e crianças com menos de 2 anos. Porém, a despeito dessa recomendação, os laboratórios continuavam a vender as drogas.

Comitê vai fazer recomendações à FDA
Na semana que vem um comitê de especialistas independentes se reunirá para avaliar a segurança desse tipo de medicamento e oferecer recomendações para a FDA. Só no mercado americano existem cerca de 800 remédios de uso pediátrico contra gripe e resfriado (dentre eles alguns muito populares como Tylenol e Dimetapp). Em um ano, foram vendidas 41 milhões de unidades, somente nos EUA, sendo que um quinto desse total foi comercializado na forma de gotas, que são geralmente usadas em bebês.

A indústria farmacêutica disse que esses medicamentos são seguros e eficientes quando usados como o recomendado.

“A razão pela qual os fabricantes de numerosos remédios antigripais estão retirando seus produtos do mercado é ter havido raros casos de mau uso, relacionados à dosagem excessiva e identificados recentemente, particularmente em bebês.

E segurança é nossa maior prioridade”, disse Linda A. Suydam, presidente da associação da indústria, em nota.

Há poucas evidências de que medicamentos contra gripe e resfriado sejam eficazes para crianças pequenas, e há um medo crescente de que eles sejam perigosos. A associação da indústria informou que, de 1969 a 2006, pelo menos 45 crianças morreram depois de usar descongestionantes, e 60 morreram depois tomar anti-histamínicos. Muitas dessas crianças apresentaram problemas depois de os pais, equivocadamente, lhes terem dado doses muito elevadas, seja por que não atentaram para as dosagens de diferentes fabricantes, seja porque mediram erroneamente as quantidades.

Pediatras pediram proibição de drogas
Mas há um número crescente de registros indicando que mesmo a dosagem recomendada pode ser perigosa. O Centro de Controle de Envenenamentos do Hospital da Filadélfia registrou quatro casos de alucinações prolongadas em crianças de até 6 anos que haviam recebido dosagens corretas dos remédios.

Com não há quase nenhuma evidência de que os remédios são eficientes e preocupações crescentes de que eles podem ser inseguros, um grupo de pediatras pediu à FDA no início deste ano que considerasse a proibição do uso por crianças pequenas. 

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

New Drug May Make Tumors Self - Destruct

By THE ASSOCIATED PRESS


BARCELONA, Spain (AP) -- Doctors are hopeful about a new drug to treat skin cancer by causing tumor cells to self-destruct by overloading them with oxygen.

Unlike regular cells, which naturally cannot have their oxidant levels raised beyond a certain threshold, cancer cells cannot balance the amount of free radicals inside them.

With the new drug STA-4783, doctors may be able to overload the cancer cells with oxygen-containing chemicals to the point where the cells cannot cope and simply die off, according to research presented Wednesday at a meeting of the European Cancer Organization in Barcelona.

''We are taking advantage of the Achilles heel of cancer cells,'' said Dr. Anthony Williams, vice president of clinical research at Synta Pharmaceuticals Corp., based in Lexington, Massachusetts, which paid for the study.

STA-4783, which has no effect on normal cells, is the first of several such drugs planned for study, though no other companies have yet to release results from their research.

It could also be used against other cancers, such as pancreatic or ovarian, as they have been shown to naturally contain higher levels of oxygen. Because cancerous tumor cells already have high oxygen levels, they are easier to overload. Doctors said the study focused on skin cancer, though, as melanoma tumors were particularly deadly.

Williams detailed how the drug doubled the amount of time that advanced melanoma patients survived without their cancer worsening.

The study followed 81 patients with serious skin cancer: 28 received the standard chemotherapy drug paclitaxel and lived an average of 1.8 months before their cancer worsened, while 53 got paclitaxel plus the new drug and survived an average of 3.7 months before the disease worsened.

Patients on the experimental combination survived an average of one year after being diagnosed while those getting only the standard treatment survived an average of 7.8 months.

''This could have a profound effect on patients,'' said Dr. Alex Eggermont, president-elect of the European Cancer Organization and a surgical oncology professor at Erasmus University in Rotterdam, Netherlands. Eggermont was not linked to the study.

Because STA-4783 targets only cancer cells, Williams said the drug does not come with too many side effects. Less than 5 percent of patients suffered serious side effects, which were similar to those seen in regular chemotherapy treatments, such as a temporary lowering of white blood cells, back pain and fatigue.

Though the study showed patients living longer with the cancer, some doctors said they hoped that, because the drug caused tumor cells to die off, it could potentially be used as a cure.

''Melanoma is so phenomenally complex that we desperately need new drugs to fight it,'' Eggermont said.

There are very few drugs available for people with advanced skin cancer, which kills 70 percent of patients within one year. Williams said scientific trials offered patients the best hope for living longer.

''There are a few options that relieve the disease, but we have nothing that cures it,'' said Dr. Jorgan Bergh, a professor of oncology at Sweden's Karolinska Institute.

''This new drug is potentially interesting, but we still need to understand more about how it works and how that may interact with chemotherapy,'' he said.

Synta Pharmaceuticals will soon start a bigger study with more than 600 patients at 150 cancer centers worldwide.

Other scientists have tried to provoke immune system attacks on skin cancer tumors, but that research is preliminary and scientists have yet to find a permanent way to keep the immune system from attacking healthy cells as well.

''We need to try different, novel approaches to see what might work,'' Eggermont said, adding that the two methods -- oxygen-overloading and boosting immune defenses -- could even be combined. ''If you remove the inhibitions on the immune system and combine that with a drug, then that could open the door to new treatments,'' he said.

Doctors emphasized that melanoma tumors were different from, and deadlier than, other cancers. For instance, nearly half of all patients with a skin cancer tumor that is 4 millimeters (0.2 inches) thick will die. But for a breast cancer patient with a tumor of the same size, nearly 95 percent of patients will live.

''Patients with advanced melanoma really do not have a lot of options,'' Williams said. ''We only get one chance to save patients' lives, and this may be a good starting point.''

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Quiropraxia pode causar danos permanentes à coluna, diz estudo

da BBC Brasil

Um dos principais tratamentos alternativos para dor nas costas, a quiropraxia pode causar danos permanentes, segundo um estudo publicado pela revista especializada "Journal of the Royal Society of Medicine".

Segundo o autor do estudo, Edzard Ernst, a manipulação da espinha dorsal --prática adotada na quiropraxia-- apresenta sérios riscos e deveria ser controlada mais rigorosamente.

"[A manipulação da espinha] está associada a efeitos adversos leves, freqüentes e passageiros, além de complicações sérias que podem levar a danos permanentes e à morte", afirma o artigo.

Ernst, diretor de medicina complementar da Peninsula Medical School, das universidades de Exeter e Plymouth, analisou dados de 32 estudos anteriores, além de enquetes com médicos e quiropráticos, e chegou à conclusão de que a dissecção das artérias vertebrais é um dos efeitos mais comuns da prática.

Outras complicações incluem rompimento da dura-máter, a membrana externa e mais resistente da medula espinhal, edemas, danos no nervo, hérnia de disco e fraturas ósseas. Na maioria dos casos estudados, a manipulação da espinha superior foi apontada como causa, segundo Ernst.

A quiropraxia consiste no uso de pressão sobre vértebras do paciente e, segundo o estudo, pode resultar em danos às artérias que correm junto à espinha.

Alguns desses danos podem ser seguidos de sangramentos internos ou formação de pseudo-aneurismas, que podem resultar em trombose, embolia ou espasmo arterial.

Os quiropráticos, no entanto, dizem que a relação causal entre a prática e os efeitos descritos é questionável, já que um dos primeiros sinais da dissecção das artérias vertebrais é a dor no pescoço, que muitas vezes é o que leva o paciente a procurar a terapia.

O próprio autor do estudo reconhece que acidentes vasculares podem ocorrer espontaneamente ou ter outras causas. Além disso, como na maioria dos casos os problemas posteriores não são relatados, a freqüência das "conseqüências sérias" é desconhecida.

As estimativas de quiropratas são de que 6,4 em cada 10 milhões de pacientes de manipulação da espinha superior e um em cada 100 milhões de pacientes de manipulação da espinha inferior sofre danos por causa do tratamento. O autor do estudo afirma, porém, que essas estimativas são questionáveis.

Ernst também coloca em dúvida a eficiência da quiropraxia como tratamento para dores nas costas ou no pescoço.

O médico sugere que a informação dos riscos aos pacientes deve ser mandatória para todos os terapeutas que aplicam a técnica.

Segundo a Associação Britânica de Quiropráticos, um em cada três britânicos sofre de dor nas costas.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Nueva terapia contra un cáncer de mama avanzado

Detiene la diseminación de la enfermedad en el organismo

Una pequeña pastilla, que se toma una sola vez al día, promete ser una nueva opción terapéutica para el 25% de las mujeres con cáncer de mama, que tienen un tipo más agresivo, HER2 positivo, que no responde a otras terapias disponibles.

Este nuevo fármaco, que los oncólogos consultados consideran primero en su clase, demostró en estudios sobre pacientes que potencia el efecto de otras terapias y detiene la diseminación de la enfermedad (metástasis) a otros órganos, en especial, el cerebro.

El HER2, o receptor 2 del factor de crecimiento epidérmico humano, es un gen que puede producir cáncer (oncogén) cuando una alteración hace que produzca demasiada proteína con el mismo nombre (receptor HER2), que estimula el crecimiento celular. Un tumor HER2 positivo indica que es agresivo, crecerá rápido y responderá menos a la quimioterapia. Por lo tanto, esas pacientes tienen alto riesgo de desarrollar metástasis.

A diferencia de los anticuerpos monoclonales, drogas que actúan sobre los receptores HER1 (otro factor de crecimiento) y HER2 en la superficie de la célula tumoral, la nueva terapia, lapatinib, inhibe esos receptores dentro de la célula. Esto impide que le envíen información al núcleo celular para su división.

"La enfermedad se paraliza y hace que por muchos meses, o años quizás, la paciente no sufra su reaparición. No es la píldora que cura el cáncer, pero sí una droga que incide mucho en su control. Ahora la estamos probando más precozmente, es decir, en mujeres con cáncer de mama HER2 positivo que aún no desarrollaron metástasis", explicó ayer el doctor Hernán Cortés-Funes, jefe del Servicio de Oncología Médica del Hospital Universitario 12 de Octubre de Madrid, después de presentar los resultados de los ensayos sobre la nueva droga.

El doctor Guillermo Lerzo, jefe de Unidad Internación/División Medicina del Hospital Municipal de Oncología Marie Curie, sostuvo que "lo más importante de esta terapia es que ocupa un lugar para el que no había un tratamiento disponible. Es una esperanza más para controlar una enfermedad avanzada. Una de cada cuatro pacientes sería sensible a esta terapia, que retrasó 8,5 meses la progresión de la enfermedad y tiene un bajo perfil de toxicidad". Lerzo participó en el estudio multicéntrico internacional sobre la efectividad del tratamiento con lapatinib.

"Las mujeres -recomendó Cortés-Funes- no deben tenerle temor al cáncer de mama. Si no se cura con cirugía o radioterapia, existen muchas opciones para revertir o controlarlo cuando vuelva a aparecer y sin alterar la calidad de vida."

Fabiola Czubaj La Nación (Argentina)

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Mulheres correm mais risco de morrer de infarto do que os homens

EFE

VIENA - As mulheres correm um risco de morrer de infarto maior do que os homens, apesar de a incidência ser maior entre eles. Elas devem procurar imediata quando surgem os primeiros sintomas, segundo um estudo apresentado nesta segunda-feira, em Viena, durante o Congresso Europeu de Cardiologia. Nesta segunda, uma participante do encontro morreu de parada cardíaca , apesar dos esforços dos colegas para reanimá-la.

" As mulheres deveriam procurar mais rapidamente a ajudar de um especialista quanto tiverem problemas de coração ou se sentirem mal (M. Masotti, cardiologista) "

De acordo com o levantamento realizado pela equipe da cardiologista Mónica Masotti, do Instituto do Tórax do Hospital Clínico de Barcelona, a porcentagem de mortalidade pós-infarto entre as mulheres subiu para 18%, enquanto entre os homens está restrita a 8% dos casos. Segundo a cardiologista, a explicação é que a população feminina sofre infartos numa faixa etária mais elevada e em estados de saúde piores.

A pesquisa envolveu 529 pacientes, sendo 417 homens e 112 mulheres, entre janeiro de 2002 e dezembro de 2006. Todos eles foram operados em menos de 12 horas após apresentar os primeiros sintomas do infarto. As mulheres morreram durante a cirurgia para a desobstrução das artérias com cateter.

- As mulheres deveriam procurar mais rapidamente a ajudar de um especialista quanto tiverem problemas de coração ou se sentirem mal - recomendou a Masotti, destacando que as mulheres se diferenciam dos homens por uma série de fatores: quando procuram um cardiologista elas são mais velhas e sofrem mais de insuficiência cardíaca e diabetes, apesar de fumarem menos.

Fumo em debate no congresso

Cerca de 25 mil especialistas estão reunidos em Viena até quarta-feira. Em outros painéis, cardiologistas enfatizaram a relação entre fumo e problemas cardíacos. Baseados em estudos realizados na Irlanda e na Itália, o austríaco Kurt Huber reforçou a necessidade de suspensão do fumo em espaços públicos. O estudo irlandês mostrou que o número de infartos caiu no primeiro ano em que se estabeleceu a proibição. Na Itália, o número de hospitalizações por infarto agudo também caiu cinco meses depois de a nova lei entrar em vigor.

Além disso, o cardiologista francês Nicolas Amabile apontou uma relação entre doenças cardíacas e a saúde bucal: os pacientes com gengivite apresentam maior risco de apresentar obstruções nos vasos coronarianos. Fonte portal do O Globo