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terça-feira, 29 de janeiro de 2008

O leão demo-tucano é voraz


Demos e tucanos só juram por uma bíblia: redução de impostos. Fazem o maior barulho sobre o tema e apóiam toda e qualquer manifestação contra os abusos do leão.

Os jornais estão lotados de pregações diárias dos mesmos e são apoiados pela sua gestão "responsável" onde o Estado é administrado como uma empresa, gastando pouco, arrecadando menos ainda e fazendo o interesse público.


Bem esse é o mundo da fantasia. O da realidade está estampado no Jornal da Tarde de hoje: em São Paulo a carga tributária aumentou 120% acima da inflação. No IPTU esse aumento chega a 157%.

Os adíeis da redução de impostos, porém, persistem no famoso "façam o que eu digo e não o que eu faço". Na cidade de São Paulo estão com mais de R$ 1 bi no banco e nada de diminuição do IPTU, ao contrário, o numero de domicilios isentos do imposto que Marta estabeleceu em 1 milhão 200 mil domicilios hoje cairam para 900 mil. Mais familias pagando IPTU.

No Rio, o amigo de Kassab, Cesar Maia enfrenta até uma greve de IPTU.

Todos eles possam de bom moços no quesito impostos e a mídia os reverencia como bons administradores e verdadeiros gerentes.


Em verdade, verdadeiros fariseus.


LF


Clique na imagem para ampliar e ler o artigo do JT

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Prefeitura de Demos-Tucanos: Kassab é reprovado (3)


Cresce a reprovação ao governo Kassab

Índice de paulistanos que consideram a gestão ruim ou péssima passou de 23% em agosto para 31% em novembro, segundo Datafolha

Levantamento do instituto mostra que aprovação ao prefeito passou de 31% para 33%, variação dentro da margem de erro

EVANDRO SPINELLI
DA REPORTAGEM LOCAL
FOLHA DE SÃO PAULO

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), provável candidato à reeleição em 2008, viu a reprovação ao seu governo crescer oito pontos percentuais entre o início de agosto e o final de novembro, de acordo com pesquisa do instituto Datafolha.
O levantamento feito entre os dias 26 e 29 de novembro com 1.089 moradores da capital paulista mostra que 31% consideram ruim ou péssima a gestão de Kassab.
Em 9 de agosto, quando foi feita a pesquisa anterior, eram 23%.
Já a aprovação passou de 31% para 33%, uma variação dentro da margem de erro da pesquisa, de três pontos percentuais para mais ou para menos.
O Datafolha identificou que o crescimento da reprovação ao governo Kassab reflete a queda no percentual de paulistanos que consideram a gestão regular: 33% contra 41% de agosto.

Disputa
Kassab é o terceiro colocado nas intenções de voto para a prefeitura, com 13%, segundo a pesquisa do Datafolha.
Geraldo Alckmin (PSDB), 26%, e Marta Suplicy (PT), 25%, lideram. Kassab e Alckmin travam uma disputa interna para ver quem será o candidato da aliança PSDB/DEM. O prefeito conta com uma boa avaliação de sua gestão para ser o escolhido.

Mais ricos
A rejeição à gestão do prefeito cresceu em todos os estratos sociais, mas foi maior entre os mais ricos.
Entre os paulistanos que ganham mais de dez salários mínimos, a reprovação passou de 11% para 25% e a aprovação caiu de 46% para 40%. Mesmo assim, é nessa faixa de renda que o prefeito tem sua melhor avaliação.
Entre os entrevistados com mais de 60 anos, a reprovação ao prefeito cresceu 15 pontos- de 9% para 24%.
Entre aqueles com até 24 anos, o índicepassou de 27% para 39% -crescimento de 12 pontos.
Entre os eleitores com ensino médio, a aprovação à gestão de Gilberto Kassab cresceu sete pontos percentuais -de 28% em agosto para 35% em novembro. Foi a única camada em que o índice de ótimo e bom melhorou.

Prefeitura de Demos-Tucanos: Kassab é reprovado (2)


Prefeito de SP ficou em 7º entre 9 avaliados

DA REPORTAGEM LOCAL

Entre nove prefeitos de capitais avaliados pelo Datafolha, Beto Richa (PSDB), de Curitiba, é o líder, seguido por Fernando Pimentel (PT), de Belo Horizonte (veja quadro na página C8). O primeiro tem nota média de 7,4; o segundo, de 6,9.
O Datafolha pediu aos entrevistados que dessem uma nota de 0 a 10 ao prefeito de sua cidade.
O prefeito Gilberto Kassab (DEM) é o sétimo colocado no ranking, com nota de 5,1, idêntica às de César Maia (DEM), do Rio de Janeiro, e José Fogaça (PMDB), de Porto Alegre.
O critério de desempate é o índice de popularidade, calculado a partir da subtração da avaliação negativa (ruim e péssimo) da positiva (ótimo e bom). Ao resultado soma-se 100.
Os três obtiveram a mesma nota média. No entanto, os prefeitos do Rio e de Porto Alegre têm índice de popularidade maior.

Prefeitura de Demos-Tucanos: Kassab é reprovado (1)



76% dos eleitores reprovam o trânsito, aponta Datafolha

DA REPORTAGEM LOCAL

O trânsito de São Paulo é reprovado por 76% dos paulistanos, aponta pesquisa do instituto Datafolha realizada entre 26 e 29 de novembro. Em 9 de agosto, o índice era de 71%. Apenas 6% dos paulistanos julgam o trânsito da cidade ótimo ou bom -8% em agosto.
Os cinco pontos de diferença entre as pesquisas de agosto e de novembro não configuram um crescimento da reprovação por causa da margem de erro da pesquisa, de três pontos percentuais, mas apontam uma tendência. De acordo com o Datafolha, é comum a avaliação do trânsito piorar no fim do ano, quando os índices de congestionamento crescem.
A violência continua como principal problema da cidade para 16% dos paulistanos, índice idêntico ao de agosto.
É bom ressaltar que a segurança pública é uma atribuição do Estado, não da prefeitura. A saúde recebeu 12% e o transporte coletivo, 10%.
A preocupação com as enchentes cresceu no período, com a aproximação do período de chuvas. Na pesquisa de 9 de agosto, apenas 2% consideravam esse o principal problema. No levantamento de novembro, o índice passou a 9%.
A saúde deixou de ser a área em que os paulistanos acreditam que Gilberto Kassab (DEM) tem seu melhor desempenho, mas continua sendo o setor que os moradores acham que o prefeito vai pior.
Em agosto, 12% consideravam que a saúde era o setor em que Kassab estava melhor. O índice caiu para 7% -variação dentro da margem de erro. Já na avaliação da área de pior desempenho, a saúde permanece no topo do ranking -14% contra 16% da pesquisa anterior.
Agora, os paulistanos consideram que a gestão Kassab está melhor no projeto Cidade Limpa, que restringiu a publicidade exterior, com 14% das citações contra 8% de agosto.

Pesquisa mostra rejeição alta aos prefeitos do PFL em Sao Paulo e no Rio

do Blog de Dirceu

Nem com o apoio da mídia e com entrevistas chapas brancas na Folha e no Estadão, Gilberto Kassab...


Nem com o apoio da mídia e com entrevistas chapas brancas na Folha e no Estadão, Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, escapou da avaliação negativa do povo da capital. Aumentou de 23% para 31% os paulistanos que consideram seu governo ruim e péssimo e o regular caiu de 41% para 33%. Em todos os estratos sociais e de renda seu governo recebeu uma pior avaliação. Hora de fazer eleição e trocar de prefeito e de coalizão. A cidade de São Paulo é governada hoje pelos tucanos, sendo o prefeito Gilberto Kassab, do PFL, hoje Democrata.

No Rio acontece o mesmo. O governo de César Maia, também do PFL, está mal avaliado. 31% o consideram ruim e péssimo, caiu a avaliação regular de 39% para 35% e só 33% o aprovam. Depois de 15 anos no governo, os chamados democratas não resolveram, segundo o povo, os dois problemas da cidade: segurança e saúde.
César Maia, entendido em pesquisas, terá muitas explicações para esse péssimo desempenho. Uma, que já deu à imprensa, é de que a sensação de insegurança no Rio cresce por culpa da TV e do filme Tropa de Elite. Pode?

Na área da saúde, César Maia costuma culpar o governo federal e estadual. Péssimo exemplo de governante que depois de 15 anos de poder põe a culpa nos outros e não assume suas responsabilidades. O desastre na área de saúde foi tanto que o governo Lula já teve que decretar uma intervenção no Estado na área da saúde pública, depois revogada pela Justiça, numa decisão que deixou clara a sua marca política.

Ano que vem temos eleições. Vamos ver como os tucanos e pefelistas vão se sair.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Kassab e Alckmin avisam aliados que vão disputar em SP

"Reeleição é algo que tem de ser considerado com naturalidade", afirma prefeito; concorrer "é um direito dele", diz vice de Serra

Kassab já admite ruptura da aliança entre PSDB e DEM nas eleições municipais e não vê constrangimento em enfrentar Alckmin em 2008

Ricardo Matsukawa/Futura Press
O prefeito Gilberto Kassab durante inauguração da nova unidade da rede do Hospital São Luiz


CATIA SEABRA
DA REPORTAGEM LOCAL
FOLHA DE SÃO PAULO

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, admitiu ontem, em discurso, a "intenção de continuar a contribuir" pessoalmente para o que chamou de futuro da cidade. Após listar realizações de sua administração, Kassab concluiu:
"Estamos apontando o caminho ideal a ser seguido. É sincera e firme nossa intenção de continuar a contribuir pessoalmente, diretamente, para semear, cultivar e, ao cabo, participar dos festejos da colheita".
O discurso foi previamente distribuído pela assessoria de Kassab. Nele, a palavra continuar está em caixa alta. Embora o prefeito tenha minimizado, depois, o impacto do discurso -alegando que poderia contribuir para a cidade como cidadão- o texto foi encarado como um anúncio de sua disposição de concorrer à reeleição.
"Ele disse que quer continuar, né? Então, pergunte a ele", esquivou-se de comentar o secretário da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira, que representava o governador José Serra na entrega do prêmio "Eminente Engenheiro do Ano", concedido pelo Instituto de Engenharia de São Paulo.
Antes de ser homenageado, ao responder se considera a reeleição uma tendência natural, Kassab declarou que "a reeleição é algo que tem de ser considerado com naturalidade, sim". "Vejo com naturalidade que isso seja colocado à mesa de negociação."
A divulgação da última pesquisa Datafolha precipitou a disputa, no bloco PSDB-DEM, pelo direito de concorrer à prefeitura. A dez meses da eleição e para desgosto de Serra (PSDB), tucanos dão como certa a candidatura tanto do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) como a de Kassab.
Estimulados pelos números, os dois avisaram a aliados que vão concorrer. Alegando que interlocutores de Serra não impõem obstáculos, Kassab diz que não vê constrangimento em enfrentar Alckmin.
Na segunda, em entrevista ao "Agora", Kassab admitiu a possibilidade de ruptura da aliança PSDB-DEM. Até então, repetia que a coalizão não seria dissolvida. Ao comentar a pesquisa Datafolha (na qual tem 13% das intenções de voto), ele reconheceu a hipótese de revisão da aliança: "É mais do que natural que a aliança possa continuar na cidade. Porém, o momento de debatê-la é o ano que vem".
Para o secretário municipal de Esportes, Walter Feldman, a candidatura de Kassab "é uma tendência natural".
A idéia de que a candidatura de Kassab é legítima encontra eco dentro do Palácio dos Bandeirantes. Tucanos ligados a Serra avaliam que é difícil impedir que um prefeito se candidate à reeleição. "É um direito dele", afirma o vice-governador Alberto Goldman (PSDB).
Os defensores da candidatura Alckmin reagem. "Respeitamos o direito do prefeito. Mas, para a decisão, devem pesar critérios objetivos, como competitividade. Alckmin é o candidato mais competitivo", disse o deputado Duarte Nogueira.
A disputa contraria Serra. Segundo tucanos, ele pediu que adiassem o debate, sob o argumento de que pode prejudicar a administração. Ele reclama da antecipação de um problema.
"Temos muito tempo. É desejável um acordo. Se não, teremos que demover alguém dessa idéia [concorrer]. Temos 2010 pela frente", diz Goldman.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Demos e tucanos nada sabem sobre Grajaú

A revelação contida na carta publicada pelo painel do leitor da Folha de São Paulo deveria provocar uma verdadeira indignação.

Na edição de domingo o jornal tinha publicado uma reportagem sobre a situação trágica de Grajaú, bairro da periferia de São Paulo que caiu no esquecimento depois que Marta Suplicy foi substituída por Serra e Kassab na prefeitura de São Paulo.

A carta publicada hoje traz uma revelação que o repórter da Folha ignorou, talvez por desconhecimento. Como foi ignorado também na reportagem o trabalho da administração anterior em pró da inclusão social, precisamente com foco em bairros como Grajaú.

Leiam a carta e tirem suas conclusões


Painel do Leitor da Folha de São Paulo

Grajaú

"Na reportagem "A cada assassinato em Moema, 130 são mortos no Grajaú" (Cotidiano 2, pág. C21, 2/ 12), a informação dada pelo subprefeito Valdir Ferreira, de que "não existe nenhum espaço cultural público no Grajaú", está errada e demonstra um desconhecimento preocupante. Alguns equipamentos foram implantados na região pela ex-prefeita Marta Suplicy e, hoje, temos três CEUs sob responsabilidade daquela subprefeitura. A ausência de uma programação cultural regular reafirma o descaso da atual administração com políticas de inclusão social e mostra falta de sintonia entre a Secretaria da Educação e a subprefeitura. Lamentavelmente, a atual administração não tem oferecido novos investimentos em infra-estrutura, como admitiu o subprefeito. O Índice de Vulnerabilidade Juvenil apontou significava melhora na administração Marta Suplicy. Espera-se que as políticas de inclusão social tenham continuidade."
CARLOS ZARATTINI , deputado federal (PT-SP), ex-secretário das Subprefeituras na administração Marta Suplicy (Brasília, DF)