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quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Governo Lula: Criação de empregos formais bate recorde e atinge 1,6 milhão

Milhares de pessoas fazem fila para se inscrever em cursos de profissionalização no Recife (Foto: Agência Estado)



FONTE ANA PAULA RIBEIRO
da Folha Online, em Brasília

A geração de empregos formais em 2007 chegou ao maior patamar já registrado pelo Ministério do Trabalho. No ano passado, o saldo entre admissões e demissões ficou em 1.617.392, número 31,62 % superior ao saldo de 2006, de 1.228.686 de vagas, e também acima do recorde anterior, de 2004 (1.526.276).

Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), que reúne as informações dos trabalhadores contratados sob o regime da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), mas exclui os trabalhadores domésticos.

Ao todo, o ano passado terminou com 29.281.974 de pessoas com registro em carteira de trabalho. O setor que mais emprega formalmente hoje é o de serviços, com 11,683 milhões de vagas. O Ministério do Trabalho atribui isso ao dinamismo do desempenho da economia.

O setor que mais gerou empregos no acumulado do ano foi o de serviços, com 587.103 novos postos de trabalho. Já o comércio apresentou 405.091 novos postos com carteira assinada, e a indústria de transformação, 394.584 vagas. A construção civil e a agropecuária foram setores que tiveram uma criação de empregos formais menos intensa, respectivamente com 176.755 e 21.093 registros em carteira.

De acordo com o Caged, um em cada três empregos foi criado no Estado de São Paulo, que fechou 2007 com saldo recorde de 611.539 postos --38% do total do o país. Em seguida aparecem Minas Gerais (168,4 mil), Rio de Janeiro (144,8 mil) e Paraná (122,4 mil).

"2008, para mim, vai ser um ano melhor que 2007. O PIB vai crescer mais de 5% e a geração de empregos vai ficar e torno de 1,8 milhão de novos postos de trabalho, podendo chegar a 2 milhões", afirmou o ministro do Trabalho, Carlos Lupi.

Ele ressaltou o crescimento dos investimentos estrangeiros no país, inclusive de pessoas físicas no Nordeste. Segundo ele, essa é uma das razões para o desempenho do setor de serviços.

Além disso, de acordo com Lupi, o setor de construção será beneficiado pelo aumento de recursos no Orçamento do FGTS.

Segundo dados divulgados hoje pela (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), o financiamento da casa própria com recursos da poupança atingiu R$ 18,302 bilhões e 195.981 unidades em 2007, no maior patamar registrado há 19 anos, de 181,8 mil imóveis em 1988.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Caixa eleva prazo de financiamento da casa própria para 30 anos

ANA PAULA RIBEIRO
da Folha Online, em Brasília

Os interessados em comprar a casa própria contam agora com um prazo maior de financiamento se ele for feito por meio da Caixa Econômica Federal, principal instituição do país na área de empréstimos de habitação. O prazo foi elevado de 20 para 30 anos. Além disso, houve uma redução na taxa de juros e na taxa de administração.

Segundo a instituição, as alterações foram possíveis porque há um cenário de estabilidade no longo prazo, com queda nas taxas de juros. A taxa de juros nominal, que é pós-fixada, sofrerá uma redução de 11,38% ao ano para 10,4% ao ano para os imóveis entre R$ 130 mil e R$ 200 mil.

No caso de débito em conta corrente da Caixa ou em folha de pagamento, essa taxa é menor, de 10,02% ao ano. A taxa de administração dos contratos passará de R$ 25,00 para R$ 21,43 a partir de 1º de setembro.

Já as pessoas jurídicas têm agora uma linha de financiamento para compra de imóveis em até 120 meses, ou seja, dez anos.

O saldo das operações de crédito da Caixa voltadas para a habitação totalizavam ao final do primeiro semestre R$ 28,916 bilhões, um crescimento de 23,6% em relação ao mesmo período do ano passado. As novas contratações somaram no primeiro semestre do ano R$ 6,9 bilhões, totalizando 235 mil habitações. O valor está abaixo do previsto para o ano, que é de R$ 17,4 bilhões.

A caderneta de poupança é uma das principais fontes de financiamento habitacional, com R$ 2,6 bilhões. Em 30 de junho, o saldo das cadernetas estava em R$ 66,7 bilhões.