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quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

A oposição ao povo pobre

A oposição tentou uma manobra eleitoral para penalizar os beneficiários do Bolsa-Familia.

Na política de "quanto pior para o país, melhor para a oposição" o projeto de lei que ampliava o beneficio do Bolsa-Familia para os jovens ficou bloqueado no congresso. A oposição já pensava em comemorar, mas uma MP do governo federal veio assegurar essa conquista, instrumento de inserção e de combate a exclusão social.

Segundo informa a Folha de hoje:

"A proposta de ampliação do Bolsa Família foi enviada ao Congresso em outubro por meio de projeto de lei. Mas sua tramitação ficou parada porque a Câmara dos Deputados teve a pauta paralisada por outras MPs e pela ordem política do governo de priorizar negociações com a oposição no Senado para tentar aprovar a CPMF até 2011.
Como a Câmara não apreciou o projeto, Lula resolveu concretizá-lo via MP ainda em 2007 para evitar questionamentos judiciais com base na legislação eleitoral. Como haverá eleições municipais neste ano, há restrições para gastos do governo.
A lei nº 11.300, criada em 2006, proíbe durante todo ano eleitoral a distribuição gratuita de "bens, valores ou benefícios" por parte da administração pública, com exceção dos casos de calamidade pública, estado de emergência ou "programas sociais autorizados em lei e já em execução orçamentária no exercício anterior".

Curiosamente, a mídia escamoteia a recusa da oposição e disse que Lula "dribla"a legislação. O DEM, o arauto da justiça social, ameaça entrar na justiça para anular o beneficio aos jovens.

Será que a mídia conseguira ocultar a responsabilidade da oposição nesta tentativa de prejudicar os mais pobres?

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Eleições portenhas: como votam os mais jovens?

Son más de 60 mil chicos que, en general, identifican a los principales candidatos pero poco saben de sus propuestas. Se informan con la tele e Internet, y la inseguridad y la educación son los temas que más les preocupan. Seis jóvenes de distintos barrios cuentan cómo se preparan para votar el domingo.

Según Guillermo Schamis, director de proyectos de la consultora CEOP, entre los 2.562.047 porteños habilitados para votar este domingo, habrá alrededor de 65 mil debutantes. Se trata del voto joven: chicos de entre 18 y 19 años, muchos de los cuales están terminando el colegio o empezando la universidad, y que por primera vez concurren a las urnas.

¿Qué saben de los candidatos? ¿A quiénes votarán y por qué? ¿Qué visión tienen de las elecciones? ¿Cuánto les importa la política? ¿Qué significa el voto para ellos? En general, identifican bien a Macri, Telerman y Filmus y algunos hasta pueden arriesgar algún dato sobre su línea ideológica. Pero son los más quienes desconocen qué proponen los candidatos.

"La variable más influyente no es la edad o el género, sino el nivel socio-económico, por lo general relacionado con la educación", dijo Rosendo Fraga, director del Centro de Estudios Nueva Mayoría. Y siguió: "Por esta razón, los jóvenes del segmento bajo suelen optar por el peronismo; los del segmento medio, por fuerzas más bien de centroizquierda; y los del segmento alto tienen mayor tendencia a votar por expresiones de centroderecha. Aunque en la Capital, todo ello es más confuso".

Para Schamis, el segmento joven se caracteriza por la desconfianza que empezó en 2001. "Son votantes que en general descreen de la política y por eso apuntan a un perfil de candidato no tan político". Fraga y Schamis coinciden en que estos jóvenes tienen poca información.

¿Qué dicen los chicos? Que su principal fuente de información son la televisión e Internet, y que la inseguridad, la educación, la basura y el transporte público están entre sus mayores preocupaciones. Pero, ¿se interesan realmente por la política? Leia mais aqui e veja os videos no jornal Clarín de Argentina.