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quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Estudo indica que ser magro ajuda a evitar o câncer

Reuters

LONDRES - Manter-se magro, evitando o consumo excessivo de carne vermelha e bebidas alcóolicas, é uma das melhores maneiras de prevenir o câncer, revelou um novo estudo. O Fundo Mundial de Pesquisas sobre o Câncer (WCRF) afirmou que a ligação entre o acúmulo de gordura no corpo e o câncer é mais direta do que se imaginava.

O estudo encontrou evidências convincentes de ligação da obesidade com seis tipos de câncer, cinco a mais que a última pesquisa do tipo, feita há dez anos. Os seis tipos são: câncer de esôfago, de pâncreas, do endométrio, de rim, de mama (pós-menopausa) e colorretal.

" Recomendamos que as pessoas evitem o ganho de peso durante a vida adulta "

- Estamos recomendando que as pessoas se mantenham o mais magras possível dentro da faixa saudável, e que evitem o ganho de peso durante toda a vida adulta - disse o professor Michael Marmot, presidente do grupo de 21 cientistas eminentes que compilou o relatório.

O documento, que selecionou 7.000 estudos de um universo mundial de 500 mil realizados desde o início dos registros, nos anos 1960, traz cinco conclusões fundamentais. Uma delas é que as carnes processadas, como presunto e bacon, elevam o risco de câncer colorretal e devem ser consumidas com parcimônia.

Outra é a ligação entre a carne vermelha e o mesmo câncer colorretal. As pessoas não devem comer mais que 500 g de carne vermelha cozida por semana - ou entre 700 g e 750 g de carne crua.

O levantamento também mostrou a conexão entre o álcool e o câncer. As pessoas devem limitar seu consumo a duas doses ao dia para homens e uma para mulheres. Uma dose é equivalente a um copo de cerveja ou uma taça pequena de vinho.

O documento incentiva a amamentação, já que evidências mostraram que o aleitamento protege a mãe do câncer de mama.

" São as orientações mais definitivas já disponibilizadas para prevenir o câncer "

- Este relatório é um verdadeiro marco na luta contra o câncer, porque suas recomendações representam as orientações mais definitivas já disponibilizadas no mundo para prevenir o câncer - disse o professor Martin Wiseman, diretor de projeto do estudo.

Os cientistas acreditam que um dos motivos para a ligação da gordura com o câncer seja o desequilíbrio hormonal. Pesquisas mostraram que as células adiposas secretam hormônios como o estrogênio, que aumenta o risco de câncer de mama, e que a gordura acumulada na cintura estimula o corpo a produzir hormônios de crescimento.

O relatório recomenda 30 minutos de atividade física moderada por dia, aumentando para até 60 minutos; tomar água, em vez de bebidas com açúcar; comer frutas e alimentos de origem vegetal; e limitar o consumo de sal.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Low Buzz May Give Mice Better Bones and Less Fat

The New York Times

Clinton T. Rubin knows full well that his recent results are surprising — that no one has been more taken aback than he. And he cautions that it is far too soon to leap to conclusions about humans. But still, he says, what if ... ?


FAT Abdominal scans of two mice show subcutaneous fat (gray) and visceral fat (red). The vibrated mouse, right, has less of both.

And no wonder, other scientists say. Dr. Rubin, director of the Center for Biotechnology at the State University of New York at Stony Brook, is reporting that in mice, a simple treatment that does not involve drugs appears to be directing cells to turn into bone instead of fat.

All he does is put mice on a platform that buzzes at such a low frequency that some people cannot even feel it. The mice stand there for 15 minutes a day, five days a week. Afterward, they have 27 percent less fat than mice that did not stand on the platform — and correspondingly more bone.

“I was the biggest skeptic in the world,” Dr. Rubin said. “And I sit here and say, ‘This can’t possibly be happening.’ I feel like the credibility of my scientific career is sitting on a razor’s edge between ‘Wow, this is really cool,’ and ‘These people are nuts.’”

The responses to his work bear out that feeling. While some scientists are enthusiastic, others are skeptical.

The mice may be less fat after standing on the platform, these researchers say, but they are not convinced of the explanation — that fat precursor cells are turning into bone.

Even so, the National Institutes of Health is sufficiently intrigued to investigate the effect in a large clinical trial in elderly people, said Joan A. McGowan, a division director at the National Institute of Arthritis and Musculoskeletal and Skin Diseases.

Dr. McGowan notes that Dr. Rubin is a respected scientist and that her institute has helped pay for his research for the past 20 years, but she does caution against jumping to conclusions.

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