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quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Argentina: um grande passo na luta pela igualdade

Mujeres al poder: esperanzas, miedos y algún que otro prejuicio de género

Ocupan el 38% de los cargos nacionales con funciones ejecutivas en el país. En el ‘83 sólo controlaban el 4 por ciento de las bancas de la Cámara de Diputados, hoy suman más del 30% en ambas cámaras.

Pasaron 60 años de aquella ley que instauró el voto femenino en el país para que hoy, a cuatro días de las elecciones, la mayoría de las encuestas señalen que tendremos a nuestra primera presidenta electa. Las cámaras de Clarín.com salieron a la calle a tomar el pulso de un debate con rostro de mujer.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

'Trazos por la igualdad'

Forges

125 humoristas gráficos, de 36 países de todo el mundo participan del 16 de octubre al 18 de noviembre en la XIV Muestra Internacional de Humor Gráfico de la Universidad de Alcalá, que este año llevará por título “Trazos por la igualdad”.

Gallego y Rey, Ricardo, Forges, Mingote, Máximo, Romeu, José Luis Martín, Idígoras y Pachi (en la imagen), Juan Ballesta y otros muchos dibujantes –ésta es la edición con mayor número de países participantes- son algunas de las firmas que se han sumado al objetivo de conseguir sensibilizar a la sociedad sobre la importancia de conseguir la igualdad de género.

Gallego y Rey






quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Dilma diz apoiar descriminalização do aborto no País

ELIZABETH LOPES - Agencia Estado


SÃO PAULO - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, fez hoje uma defesa da descriminalização do aborto no País. "É um absurdo que não há a descriminalização do aborto no Brasil, pois esta não é uma questão de foro íntimo, mas sim de saúde pública, e precisa ser regulamentada", frisou ela, durante sabatina promovida hoje pelo jornal "Folha de S. Paulo".



Um dos momentos de maior descontração da entrevista, foi quando Dilma revelou sua personalidade: "Sou uma mulher dura, rodeada de homens meigos". E continuou, arrancando risos dos presentes: "Eu nunca ouvi dizer que um homem fosse duro".

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Pernambuco lança plano para prevenir violência contra a mulher

Diante da elevada incidência no número de homicídios praticados em Pernambuco, contra mulheres, o governo do estado decidiu lançar, na próxima sexta-feira (5), um plano estadual para prevenir e punir a violência contra elas. De janeiro até hoje, o número de casos de agressões contra mulheres soma 218. O plano tem apoio do governo federal.

Foram convidados para a solenidade, no Palácio do Campo das Princesas, a secretária de Políticas Públicas Para as Mulheres, ministra Nilcéa Freire, o secretário nacional de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi e a secretária de Políticas de Igualdade Racial, ministra Matilde Ribeiro.

Segundo a titular da Secretaria de Mulher em Pernambuco, Cristina Buarque, está prevista a aplicação de recursos federais, estaduais e municipais para execução de ações de proteção, preventivas e repressivas, que serão realizadas, nos próximos oito anos, em parceria com as secretarias de Defesa Social, Saúde, Educação e Cultura.(Informações da Agência Brasil)

"Mulheres lideram melhor que homens"

Renata Cabral - O Globo Online

RIO - As qualidades femininas começam a ser percebidas no mercado de trabalho e, cada vez mais, passam a integrar o perfil desejado nos cargos estratégicos das organizações. Esta descoberta inspirou a autora norte-americana e doutora em psicologia Lois P. Frankel a escrever a obra "Mulheres lideram melhor que homens", lançada recentemente na Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Convencida de que elas praticam exaustivamente essa habilidade no dia-a-dia sem se dar conta, a consultora mostra que a maioria já possui naturalmente os atributos essenciais para comandar uma família, uma equipe ou até mesmo uma nação. Em seu livro, a autora apontou em seu livro 99 estratégias para elas reproduzirem esse comportamento também no ambiente de trabalho.

- O estilo feminino de liderança pressupõe construir uma rede de colaboração, mais do que um sistema de hierarquia; influenciar as pessoas usando a menor quantidade possível de músculos; treinar indivíduos para que eles ofereçam o seu melhor; e criar equipes de sinergia que se distinguem na solução de problemas - detalha Lois Frankel.

" Penso que as mulheres vão, aos poucos, se tornar líderes de nossa sociedade (Lois P. Frankel) "

Vale lembrar que nos EUA, onde Hillary Clinton é pré-candidata à presidência do país, George Bush já reconhece que será contra ela que o candidato republicano deverá duelar ao longo do ano de 2008. (Confira algumas dicas da autora presentes no livro)

Embora a tradução do título do livro - "See Jane Lead" (no inglês, Veja Jane liderar) no original para o "Mulheres lideram melhor que os homens" (da edição em português) -, possa gerar dúvidas, Frankel afirma que não considera que as mulheres possam se tornar melhores líderes que os homens, mas a autora afirma que elas têm condições de desempenhar esse papel com mais naturalidade, confiança e espontaneidade. Isso porque estão acostumadas a elaborar e organizar as tarefas relativas à gestão da casa e da família, orçamentos, lidar com pessoas diferentes etc.

- Penso que as mulheres vão, aos poucos, se tornar líderes de nossa sociedade. Temos mais educação do que nunca, temos uma perspectiva mais global do que as gerações anteriores, somos mais autoconfiantes do que nossas mães e avós. Nós não apenas temos habilidade, mas responsabilidade em relação à liderança - afirma Lois Frankel, destacando que o tempo da liderança feminina é agora.

Segundo a autora, ainda hoje, as mulheres são treinadas para serem assessoras ou companheiras, mas não líderes. Mesmo na vida adulta, elas continuam reproduzindo o comportamento de meninas "boazinhas", que aprendem quando crianças. Por isso, até chegam a cometer alguns erros quando se tornam gestoras, tentando proporcionar felicidade a todos, ou por hesitarem em correr riscos para não desafiar os superiores, além de se comunicarem de forma a comprometer sua confiança e credibilidade

Elas se destacam nos processos de seleção
" É claro que o inverso - empresas que preferem homens - ainda é verdadeiro, mas o destaque delas é uma novidade (Marcelo de Lucca) "

Segundo Marcelo de Lucca, diretor da Michael Page, consultoria especializada em recrutamento de executivos, há empresas hoje que, ao recrutarem profissionais para média e alta gerência, já fazem processos seletivos exclusivos para mulheres. Em geral, são posições que exigem um perfil analítico aguçado. Por sua sensibilidade para lidar com equipes e identificar boas oportunidades de negócios, elas estão se destacando em áreas como Recursos Humanos, Marketing, Comercial, Jurídico e Negócios.

- É claro que o inverso - empresas que preferem homens - ainda é verdadeiro, mas o destaque delas é uma novidade. Hoje, elas chegam ao mercado em igualdades de condições com os homens, não apenas pela formação acadêmica, mas também pela capacitação técnica.

Para o consultor, o preconceito que recai sobre elas ainda hoje se deve a uma percepção por parte das empresas de que a mulher pode ter seu grau de ambição diminuído e criar uma limitação de desenvolvimento de carreira por conta de fatores como a maternidade e a formação de uma família.

- A mulher se diferencia em situações que exijam sensibilidade tanto para negócios como para pessoas - ressalta.

Com elas, a exigência é maior
" Há um ingrediente essencial que as mulheres certamente carregam mais do que os homens: a sensibilidade tanto para enxergar dificuldades nos negócios como as limitações na equipe (Gláucia Loureiro) "

A vice-presidente da Varig Engeneering Maintenance (VEM), Gláucia Loureiro, conta que, em seus 18 anos de carreira, sempre se sentiu mais exigida e testada. Hoje, ela é mãe e consegue equilibrar as esferas pessoal e profissional, diz. Mas até galgar uma posição de destaque, dedicou-se exclusivamente aos estudos e ao trabalho, e a formação da família ficou em segundo plano.

- Acredito que liderar envolve paixão, firmeza e pulso, mas há um ingrediente essencial que as mulheres certamente carregam mais do que os homens: a sensibilidade tanto para enxergar dificuldades nos negócios como as limitações na equipe. Isso sem falar em outras características essenciais à boa liderança, como determinação, tolerância e paciência - revela Gláucia Loureiro.

Empresas têm melhores resultados com mulheres na direção

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Argentina: Religiosos falam sobre AIDS

Judaísmo: Un punto de vista sobre VIH/SIDA

Días atrás te presentamos la posición de distintas religiones en relación a temáticas vinculadas con el VIH/SIDA. Para eso, Espacio Positivo decidió entrevistar a un representante del Catolicismo, del Judaísmo y del Islam para que conozcas sus discursos y sus opiniones en relación a la problemática. Hoy le damos la palabra al Judaísmo. Y también a vos, para que nos digas tu opinión.

Daniel Goldman es rabino de la Comunidad Bet El. Dice que el judaísmo mantiene un enfoque positivo hacia todo lo que sea saludable, que pueda tener un sentido de ayuda y misericordia. Dice que toda forma que colabore a la libertad sexual de manera sana, es bien visto. Y dice que, como todas las grandes religiones, para comenzar a hablar de VIH/SIDA es necesario partir de una base primordial que es el amor a la vida.

“Estoy de acuerdo con las campañas de prevención del VIH/SIDA, pero sería aún más incisivo”, asegura el rabino, quien piensa que si bien hubo avances importantes en la pandemia, todavía no hay una actitud masiva. Por eso repite: “Hay que tender a la realización de campañas permanentes y no sólo para fechas determinadas”.

Goldman apoya aquellas acciones que tienen que ver con un sentido de responsabilidad, más allá de la fidelidad. Piensa que uno tiene que “ser fiel a la vida”. “Hay que acompañar el deber ser con el ser, es decir los ideales con la realidad que nos toca vivir”, agrega. Por lo tanto, cree que un acto de suma responsabilidad es saber que “hay que usar preservativos en las relaciones sexuales” para evitar enfermedades de transmisión sexual como el VIH/SIDA. Y asegura que son las instituciones religiosas quienes deberían marcar camino.

“La enseñanza es una acción permanente y constante. La educación comienza desde del nacimiento y traspasa el ámbito escolar, para sumarse a la familia, los clubes, las iglesias y los medios de comunicación”, afirma Goldman, quien forma parte de la comisión asesora para la elaboración de la ley de educación sexual. “Aún faltan consensuar algunos aspectos que implican la diferencia de géneros y la sexualidad y todavía falta un léxico común. Pero estoy convencido –agrega el rabino- que los logros no se van a ver en corto tiempo, ya que toda acción educativa lleva un tiempo de metabolización”.

En el mundo en que vivimos, no es tarea sencilla vivir con VIH, y mucho menos declararlo. Daniel Goldman siente que, lamentablemente, no ha llegado la etapa en la que se pueda expresarlo vivamente. “Creo que es algo que se va a ir dando en la medida en que se naturalice el vínculo con quien esté pasando por la situación”, agrega. Si bien desde el judaísmo existen varias visiones en relación al VIH, el Rabino de la Comunidad Bet El cree que la Argentina se merece una discusión mucho más profunda en relación a los prejuicios que existen alrededor de temas como el sexo, el género, el VIH/SIDA y otras infecciones. Entonces te preguntamos, ¿qué es lo que realmente deberíamos discutir en relación al VIH/SIDA? ¿Cómo deberíamos hacerlo? ¿Qué grado de incidencia tienen las religiones en relación a la problemática?


Argentina: Religiosos falam sobre AIDS

La Iglesia Católica habla de VIH/SIDA

Argentina: Religiosos falam sobre AIDS

La Iglesia Católica habla de VIH/SIDA

Días atrás te presentamos la posición de tres distintas religiones en relación a las temáticas vinculadas con el VIH/SIDA. Para eso, Espacio Positivo decidió entrevistar a representantes del Catolicismo, el Judaísmo y el Islam para que conozcas cuáles son sus discursos y opiniones en relación a la problemática. Hoy le damos la palabra a la Iglesia Católica. Y también a vos, para que nos digas tu opinión.

Cuando en la década del 80 comenzaban a aparecer los primeros casos de VIH/SIDA, el Consejo Episcopal Latinoamericano (CELAM) decidió buscar respuestas para esta nueva enfermedad que afectaba a miles de personas en América Latina y el Caribe. Según un documento que fue elaborado en el año 2004 durante un Encuentro Pastoral de Salud sobre VIH/SIDA –realizado por el CELAM en Colombia- el enfoque priorizado por la Iglesia para enfrentar la situación fue la prevención, la salud y la educación. Se propuso entonces tratar al VIH no como un hecho aislado, sino integrado a otros contextos como las adicciones, la violencia familiar, el maltrato y el abuso a los niños, niñas y adolescentes.

Para la Iglesia Católica, el VIH/SIDA daña a la persona en todas sus dimensiones: en su cuerpo, en su vida afectiva, en sus relaciones interpersonales, en su trabajo, en su vida social y en sus valores existenciales. El Padre Alberto Bochatey, Director del Instituto de Bioética de la Universidad Católica Argentina (UCA), acentúa la importancia de reforzar las relaciones humanas para evitar la propagación del virus. Por eso desde el catolicismo creen necesaria una interacción con organismos e instituciones públicas y privadas que prestan servicios de salud y formar profesionales con una visión más humanizada.

Las condiciones de vida que existen hoy en el continente -agregan en el documento- ayudan a que la pandemia continúe propagándose: pobreza, conflictos, desastres naturales, aumento en el uso de drogas, violencia física y sexual, falta de acceso a los servicios de salud, a la información y a la educación; actividad sexual con múltiples parejas e inequidades de género. Y agregan que la diseminación del VIH en la región incluye comportamientos como el de hombres teniendo sexo con hombres y conductas bisexuales que trasmiten el virus a sus parejas en las relaciones heterosexuales; y el uso de jeringas contaminadas para el consumo de drogas.

Ante estos hechos, la Iglesia siente el deber de denunciar y combatir las causas primarias de la pandemia, enfatizando valores como la monogamia, la fidelidad y el compromiso conyugal. El Padre Alberto Bochatey cree que las estrategias de prevención que estimulan el uso de preservativos “deberían promover además métodos naturales para desarrollar el sentido de responsabilidad, apoyo y fidelidad”. Y agrega que un reto de quienes viven con VIH es asumirse como responsables de sus propias vidas. Sin embargo, en el caso en donde uno de los miembros de la pareja es seropositivo, el documento elaborado durante el Encuentro Pastoral manifiesta que ambos son responsables de prevenir la infección al otro, para que su unión no sea destruida a causa del SIDA.

Si bien la religión católica recibió diversas críticas en relación a su postura frente al virus -y aún muchos se quejan de que promueven medidas de protección que no van en sintonía con el mundo actual-, Bochatey señala que ”no existen personas con VIH que se hayan infectado siguiendo los consejos de la Iglesia”, y remarca que el catolicismo no obliga a nadie a seguir sus recomendaciones. Mientras tanto, están de acuerdo con la implementación de una enseñanza sobre educación sexual en las escuelas, donde se brinde una información veraz y actualizada del comportamiento del VIH y sus vías de transmisión para poder, así, fortalecer las medidas de prevención.