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quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Un test évaluant le risque d'avoir un cancer de la prostate sera bientôt proposé

Une opération du cancer de la prostate en décembre 2000. | AFP/WALTRAUD GRUBITZSCH
AFP/WALTRAUD GRUBITZSCH

Une opération du cancer de la prostate en décembre 2000.

Les hommes qui le souhaitent pourront bientôt avoir accès à un test, réalisé après prise de sang, qui évaluera s'ils sont ou non exposés à un risque supérieur à la moyenne d'être atteints d'un cancer de la prostate. Telle est la conclusion pratique d'un travail mené en Suède et aux Etats-Unis dont les résultats ont été rendus publics, mercredi 16 janvier, par le New England Journal of Medicine. Ce test est actuellement en cours de développement et devrait être prochainement commercialisé. Il est fondé sur la découverte d'une série de mutations génétiques associées au cancer de la prostate.

On savait déjà que, dans près de 10 % des cas, ce cancer était diagnostiqué chez des hommes dont un ou plusieurs membres de la famille (père, oncles, grands-pères) avaient souffert de cette affection. Les travaux du groupe dirigé par Henrik Gronberg (Karolinska Institute, Stockholm) et William B. Isaacs (Johns Hopkins Medical Institutions, Baltimore) ont identifié une série de 16 mutations situées dans cinq régions différentes des chromosomes 8 et 17, qui apparaissent comme étant les bases génétiques de la prédisposition héréditaire à ce cancer.

ANTÉCÉDENTS FAMILIAUX

Pour aboutir à ce résultat, les chercheurs ont procédé à des séquençages génétiques comparatifs. Réalisés à partir de simples prélèvements sanguins, ces examens ont été effectués chez 2 893 hommes souffrant, en Suède, d'un cancer prostatique, ainsi que chez 1 781 hommes constituant le groupe témoin. Les auteurs de ce travail ont ainsi observé que chaque mutation est associée de manière indépendante au risque de cancer, mais aussi que le risque d'apparition d'un cancer augmente avec celui du nombre des mutations génétiques.

Ainsi la présence de quatre ou cinq mutations correspond à un risque multiplié par un facteur de 4,5. Et ce facteur passe à 9,5 lorsqu'il existe une notion d'antécédents familiaux. Les chercheurs soulignent que le test pourra notamment être proposé aux hommes qui ont une histoire familiale de cancer de la prostate, ou encore à ceux qui ont des taux élevés de PSA, une molécule dont le dosage permet aujourd'hui d'assurer un dépistage biologique du cancer prostatique.

"Il s'agit là incontestablement d'un travail intéressant qui, en permettant de comprendre les bases génétiques de cette affection, pourrait à terme avoir des prolongements thérapeutiques, explique le professeur Guy Vallancien (Institut mutualiste Montsouris). On peut toutefois s'interroger sur les conséquences pratiques de la mise à disposition du futur test. Aujourd'hui, en France, les hommes dont un ou plusieurs membres de la famille ont souffert d'un cancer prostatique sont parfaitement informés. Ils sont les premiers à demander un suivi médical. Découvrir une augmentation statistique du risque ne modifiera pas la surveillance effectuée grâce au dosage du PSA." En 2006, près de 60 000 cas de cancer de la prostate ont été diagnostiqués en France, un nombre qui a pratiquement doublé en cinq ans, grâce notamment à l'amélioration du dépistage.

Jean-Yves Nau - LE MONDE

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Encore une étude sur les riques du portable

Les mobiles dangereux pour la santé, on en parle et en reparle...

De récents travaux menés en Israël, et rapportés par le site Internet de l'UFC Que Choisir, démontrent que "l'utilisation régulière pendant plusieurs années du téléphone mobile entraîne un risque accru de tumeur des glandes salivaires". Ces travaux, réalisés "selon un protocole établi par l'OMS", précise l'UFC, s'ajoutent à de récents rapports, internationaux et français, faisant état de risques cancérogènes liés aux ondes électromagnétiques des portables.

Les gros consommateurs de portable augmentent fortement le risque de développer un cancer du cerveau.|D.R.
Les gros consommateurs de portable augmentent fortement le risque de développer un cancer du cerveau.
D.R.


Téléphoner toujours sur la même oreille= danger

Les auteurs de l'étude, des scientifiques israéliens travaillant dans le cadre d'un programme de recherche dirigé par l'Organisation Mondiale de la Santé, révèlent que les utilisateurs réguliers de téléphone portable augmentent leur risque de souffrir un jour d'un cancer des glandes salivaires. La proximité entre l'appareil utilisé et l'oreille interne serait en cause. Selon les résultats, le risque serait d'autant plus élevé si l'utilisateur place toujours son téléphone "sur la même oreille", ou s'il est utilisé en zone rurale, "car les ondes y sont plus puissantes".

Pas encore assez de recul
Cependant, les auteurs de l'étude précisent qu'ils n'ont pas le recul nécessaire pour évaluer précisément l'impact du téléphone portable sur la santé, "car les personnes utilisant le portable de façon intensive depuis plus de dix ans sont encore rares". Cette étude a été réalisée auprès de 460 patients atteints de tumeurs des glandes salivaires, diagnostiquées entre 2001 et 2003 en Israël, ainsi que 1.266 personnes en bonne santé.
Par La rédaction du Post

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Fritura aumenta chance de câncer, indica pesquisa

Atenção para as mulheres políticas regularmente "fritadas" na mídia. Especial atenção para as eventuais "presidenciaveis" do PT e do Lula. Sistematicamente "fritadas" pela mídia oposicionista, surge uma dúvida:

Elas poderão processar os jornais?

Brincadeira a parte é bom prestar atenção a este estudo científico


da BBC Brasil

As mulheres que comem batatas fritas todos os dias, industrializadas ou não, podem dobrar suas chances de desenvolver câncer no ovário ou no útero, segundo um estudo da Universidade de Maastrich, na Holanda.

Os cientistas atribuem os riscos à acrilamida, uma substância química produzida por certos alimentos quando eles são fritos, grelhados, ou assados.

Os pesquisadores entrevistaram 120 mil pessoas sobre seus hábitos alimentares e concluíram que as mulheres que ingerem mais acrilamidas sofrem maior risco, segundo o estudo publicado na revista "Cancer Epidemiology, Biomakers and Prevention".

Especialistas britânicos acreditam que outros fatores possam estar envolvidos e pediu às mulheres que não entrem em pânico.

Testes de laboratório realizados há cinco anos mostraram um perigo potencial, mas este estudo é o primeiro a encontrar uma ligação entre as acrilamidas presentes na dieta e o risco de câncer.

Alimentos que tenham ganho cor ou tenham queimado durante o cozimento têm muito mais chances de conter acrilamidas.

Especialistas em alimentos afirmam que é praticamente impossível eliminar totalmente as acrilamidas da dieta.

Dieta

O estudo acompanhou os 120 mil voluntários 62 mil deles mulheres por 11 anos, depois da entrevista inicial. Neste período, 327 delas desenvolveram câncer no endométrio (útero) e 300 desenvolveram câncer no ovário.

A análise dos dados sugere que as mulheres que ingeriam 40 mg de acrilamida por dia o equivalente a meio pacote de biscoitos, uma porção de fritas ou um pacote de batatas fritas tinham duas vezes mais chances de desenvolver esses tipos de câncer, em comparação com as que comiam menor quantidade de acrilamida.

Apesar do tamanho do estudo, os pesquisadores afirmam que os resultados ainda têm que ser confirmados por outras pesquisas.

"Dourada"

No Reino Unido, onde a batata frita é um dos "pratos nacionais", há cerca de 6.400 casos de câncer uterino por ano, e 7.000 casos de câncer de ovário.

Um porta-voz da agência que regulamenta os alimentos no Reino Unido pediu às pessoas que mantenham uma dieta equilibrada, com bastante frutas e legumes, e especialistas da União Européia aconselham que os alimentos não sejam "cozidos demais".

Um porta-voz da EU disse que "a orientação geral, como resultado deste projeto, é evitar cozinhar demais os alimentos na hora de assar, fritar ou tostar comidas ricas em carboidratos".

"Batatas fritas ou coradas devem ser cozidas até chegar a um dourado amarelado, e não marrom."

Mas a médica britânica Lesley Walker, da organização Cancer Research UK, disse que é difícil ter certeza de que os casos de câncer são resultado apenas das acrilamidas, e não de outros componentes pouco saudáveis da dieta.

"As mulheres não devem ficar excessivamente preocupadas com a notícia", disse ela ao jornal "Daily Telegraph". "Não é fácil separar um componente da dieta de todos os outros quando se estudam as dietas complexas de pessoas comuns."

A indústria alimentícia afirma ter aumentado os esforços para reduzir a presença de acrilamidas em alimentos semi-prontos nos últimos anos.

Um estudo publicado em 2005 não encontrou nenhuma evidência de que a acrilamida aumente o risco de câncer de mama.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Contra a FIESP : uso do amianto volta a ser proibido em SP

Associação de expostos à fibra cancerígena obtém liminar no STF e mantém lei em vigor

O Globo

Cássia Almeida  A Associação Brasileira de Expostos ao Amianto (Abrea) conseguiu esta semana liminar no Supremo Tribunal Federal (STF), proibindo o uso do amianto no Estado de São Paulo. A decisão judicial fez voltar a valer a lei, de julho, que veta o uso da fibra cancerígena em brinquedos e artigos usados por crianças e adolescentes e em utensílios domésticos.

A proibição para qualquer uso está prevista para janeiro de 2008. Porém, menos de um mês após sua entrada em vigor, a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) conseguiu uma liminar na Justiça paulista, suspendendo os efeitos da lei.

— O STF entendeu que a questão da inconstitucionalidade da lei tem que ser discutida no Supremo, para evitar a pulverização desse tipo de ação nos estados. A liminar da Fiesp se referia à Constituição estadual, que apenas repetia a federal — explica o advogado da Abrea, Mauro Menezes.

Está em análise no STF outra ação direta de inconstitucionalidade (Adin) contra a mesma lei paulista, mas proposta pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Indústria. A liminar referente à reclamação da Abrea foi concedida pelo ministro Carlos Britto, um dos membros do STF que, em setembro, preferiu estudar melhor o assunto, antes de votar a Adin proposta pelos trabalhadores contra a lei paulista.

A ação está com o ministro Joaquim Barbosa, que pediu vista no processo.

Indústria diz que acredita na vitória em outra ação O Grupo Eternit, que tem a única mina de amianto no país, informou que estudará medidas cabíveis. Já a presidente do Instituto Brasileiro de Crisotila, Marina Júlia de Aquino, diz que confia na coerência do STF.

“O Supremo certamente considerará que, da mesma forma que o Estado de São Paulo não tem competência para julgar a lei em questão, também o Executivo paulista não tem competência para legislar sobre o uso do amianto. O STF já julgou inconstitucional lei semelhante em São Paulo”, disse Marina, por meio de nota.

Representantes da Fiesp não foram encontrados ontem para comentar a decisão.

Proibido em 48 países, o uso da fibra no Brasil é permitido por lei federal. Segundo a Fiocruz, em 2003, morreram 179 pessoas por causa do amianto.

domingo, 4 de novembro de 2007

Les 12 commandements pour ne pas mourir à cause de son téléphone portable

Par La rédaction du Post , le 04/11/2007

Vous ne regarderez plus votre portable de la même façon...

Voilà la liste des douze recommandations de la CRIIREM (Centre de Recherche et d'Information Indépendante sur les Rayonnements Magnétiques) pour éviter de mourir d'une tumeur au cerveau à cause de son téléphone portable.

Les gros consommateurs de portable augmentent fortement le risque de développer un cancer du cerveau.|D.R.
Les gros consommateurs de portable augmentent fortement le risque de développer un cancer du cerveau.
D.R.


1. Pas de téléphone mobile pour les moins de 15 ans.
Plus l'enfant est jeune, plus le rayonnement éléctromagnétique est absorbé. Les enfants ne devraient utiliser un téléphone portable qu'en cas d'urgence.

2. Il est officiellement recommandé de ne jamais approcher un téléphone mobile en fonctionnement du ventre d'une femme enceinte (l'eau du placenta et les cellules de l'embryon sont très sensibles à l'énergie dégagée par le portable)

3. Choisir et utiliser un téléphone mobile dont la valeur de DAS est la plus basse. Il vaut mieux choisir un mobile dont la valeur de DAS est inférieure à 0,7W/kg.

4. Ne pas porter son téléphone à hauteur ou contre son coeur, l'aisselle ou la hanche, près des parties génitales. Tenir l'antenne du téléphone le plus éloigné possible de soi. C'est tout aussi dangereux lors de l'envoi d'un SMS.

5. Toujours utiliser le kit piéton livré avec votre téléphone afin d'éloigner l'appareil de votre oreille (et de votre cerveau) le temps de la conversation. Préférer toujours l'oreillette " filaire " à tout autre gadget sans fil.

6. Limiter le nombre et la durée de vos appels.
Pas plus de 5 ou 6 appels par jour par exemple, ni plus de 2 ou 3 minutes pour chacun. Et surtout, il vaut mieux attendre 1h30 entre chaque appel. Pas évident pour les accros du portable.

7. Ne téléphoner que dans des conditions de réception maximum : dès que votre écran affiche les "4 barrettes" de réseau, pas moins. Pour chaque barre manquante, le rayonnement émis par le portable pour se connecter est multiplié par 2. Ne passez plus sous des tunnels.

8. Ne pas téléphoner en vous déplaçant
: ni en train, ni en voiture, ni en bus, ni à pied, ni à cheval, ni en vélo (mais c'est une mauvaise idée à la base), ni en bateau, ni en patinette, ni en roller, etc...

9. Ne pas téléphoner en voiture, même à l'arrêt, ou dans tout autre infrastructure métallique.
Un effet dit de "cage de Faraday" emprisonne et répercute les ondes émises par le portable. Le rayonnement subi est alors maximum au centre de la "cage" : en voiture, cela se situe à la hauteur de la tête.

10. Eloigner le mobile de vous et le maintenir à la verticale le temps de joindre votre correspondant et tant que la première sonnerie n'a pas retenti. Souvent un bip ou un signal visuel vous indique que vous êtes en connexion avec le numéro appelé.

11. Ne pas oublier : en public, vos voisins subissent le rayonnement émis par votre téléphone. S'éloigner permet d'éviter leur exposition passive.

12. La nuit, ne jamais conserver un téléphone mobile allumé ou en recharge à moins de 50 cm de votre tête.
Toujours l'éteindre pour limiter son rayonnement et celui de l'antenne relais avec laquelle il communique (riverains exposés 24h/24).

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Estudo indica que ser magro ajuda a evitar o câncer

Reuters

LONDRES - Manter-se magro, evitando o consumo excessivo de carne vermelha e bebidas alcóolicas, é uma das melhores maneiras de prevenir o câncer, revelou um novo estudo. O Fundo Mundial de Pesquisas sobre o Câncer (WCRF) afirmou que a ligação entre o acúmulo de gordura no corpo e o câncer é mais direta do que se imaginava.

O estudo encontrou evidências convincentes de ligação da obesidade com seis tipos de câncer, cinco a mais que a última pesquisa do tipo, feita há dez anos. Os seis tipos são: câncer de esôfago, de pâncreas, do endométrio, de rim, de mama (pós-menopausa) e colorretal.

" Recomendamos que as pessoas evitem o ganho de peso durante a vida adulta "

- Estamos recomendando que as pessoas se mantenham o mais magras possível dentro da faixa saudável, e que evitem o ganho de peso durante toda a vida adulta - disse o professor Michael Marmot, presidente do grupo de 21 cientistas eminentes que compilou o relatório.

O documento, que selecionou 7.000 estudos de um universo mundial de 500 mil realizados desde o início dos registros, nos anos 1960, traz cinco conclusões fundamentais. Uma delas é que as carnes processadas, como presunto e bacon, elevam o risco de câncer colorretal e devem ser consumidas com parcimônia.

Outra é a ligação entre a carne vermelha e o mesmo câncer colorretal. As pessoas não devem comer mais que 500 g de carne vermelha cozida por semana - ou entre 700 g e 750 g de carne crua.

O levantamento também mostrou a conexão entre o álcool e o câncer. As pessoas devem limitar seu consumo a duas doses ao dia para homens e uma para mulheres. Uma dose é equivalente a um copo de cerveja ou uma taça pequena de vinho.

O documento incentiva a amamentação, já que evidências mostraram que o aleitamento protege a mãe do câncer de mama.

" São as orientações mais definitivas já disponibilizadas para prevenir o câncer "

- Este relatório é um verdadeiro marco na luta contra o câncer, porque suas recomendações representam as orientações mais definitivas já disponibilizadas no mundo para prevenir o câncer - disse o professor Martin Wiseman, diretor de projeto do estudo.

Os cientistas acreditam que um dos motivos para a ligação da gordura com o câncer seja o desequilíbrio hormonal. Pesquisas mostraram que as células adiposas secretam hormônios como o estrogênio, que aumenta o risco de câncer de mama, e que a gordura acumulada na cintura estimula o corpo a produzir hormônios de crescimento.

O relatório recomenda 30 minutos de atividade física moderada por dia, aumentando para até 60 minutos; tomar água, em vez de bebidas com açúcar; comer frutas e alimentos de origem vegetal; e limitar o consumo de sal.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Usar celular por mais de 10 anos 'eleva risco de câncer', diz estudo

BBC Brasil

O uso constante de telefone celular por dez anos ou mais aumenta o risco de câncer no cérebro, segundo uma pesquisa realizada por cientistas suecos e publicado no jornal acadêmico Occupational Environmental Medicine.

O risco é ainda maior, segundo a pesquisa, no lado do cérebro onde o celular é normalmente usado.

Os pesquisadores afirmam que crianças são mais vulneráveis, já que têm um crânio mais fino e o sistema nervoso ainda em desenvolvimento.

O grupo de cientistas da Orebro University, na Suécia, avaliou os resultados de 16 estudos realizados sobre o assunto ao redor do mundo - três dos Estados Unidos, quatro da Dinamarca, um da Finlândia, cinco da Suécia, um da Grã-Bretanha, um da Alemanha e um do Japão.

Desses estudos, onze levavam em conta o uso prolongado do celular por pelo menos dez anos.

Uma associação entre o uso do celular e o desenvolvimento de neuromas do acústico - tumores do nervo auditivo - foi encontrada em quatro estudos.

Em seis estudos, os dados indicaram uma incidência maior de câncer no cérebro.

Levando em consideração todos os estudos avaliados e a exposição à radiação no lado onde o celular é colocado, os pesquisadores suecos chegaram à conclusão de que o uso prolongado do celular aumenta em duas vezes e meia o risco de neuromas do acústico e em duas vezes o risco de glioma (tumor maligno que afeta células do cérebro).

Os cientistas suecos querem uma revisão dos padrões internacionais de controle de emissão de radiação por celulares e outras fontes.

Há três semanas, um estudo apresentado na conferência anual da Academia Americana de Otorrinolaringologia, em Washington, afirmou que usar o telefone celular mais de uma hora por dia pode causar danos à audição.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

New Drug May Make Tumors Self - Destruct

By THE ASSOCIATED PRESS


BARCELONA, Spain (AP) -- Doctors are hopeful about a new drug to treat skin cancer by causing tumor cells to self-destruct by overloading them with oxygen.

Unlike regular cells, which naturally cannot have their oxidant levels raised beyond a certain threshold, cancer cells cannot balance the amount of free radicals inside them.

With the new drug STA-4783, doctors may be able to overload the cancer cells with oxygen-containing chemicals to the point where the cells cannot cope and simply die off, according to research presented Wednesday at a meeting of the European Cancer Organization in Barcelona.

''We are taking advantage of the Achilles heel of cancer cells,'' said Dr. Anthony Williams, vice president of clinical research at Synta Pharmaceuticals Corp., based in Lexington, Massachusetts, which paid for the study.

STA-4783, which has no effect on normal cells, is the first of several such drugs planned for study, though no other companies have yet to release results from their research.

It could also be used against other cancers, such as pancreatic or ovarian, as they have been shown to naturally contain higher levels of oxygen. Because cancerous tumor cells already have high oxygen levels, they are easier to overload. Doctors said the study focused on skin cancer, though, as melanoma tumors were particularly deadly.

Williams detailed how the drug doubled the amount of time that advanced melanoma patients survived without their cancer worsening.

The study followed 81 patients with serious skin cancer: 28 received the standard chemotherapy drug paclitaxel and lived an average of 1.8 months before their cancer worsened, while 53 got paclitaxel plus the new drug and survived an average of 3.7 months before the disease worsened.

Patients on the experimental combination survived an average of one year after being diagnosed while those getting only the standard treatment survived an average of 7.8 months.

''This could have a profound effect on patients,'' said Dr. Alex Eggermont, president-elect of the European Cancer Organization and a surgical oncology professor at Erasmus University in Rotterdam, Netherlands. Eggermont was not linked to the study.

Because STA-4783 targets only cancer cells, Williams said the drug does not come with too many side effects. Less than 5 percent of patients suffered serious side effects, which were similar to those seen in regular chemotherapy treatments, such as a temporary lowering of white blood cells, back pain and fatigue.

Though the study showed patients living longer with the cancer, some doctors said they hoped that, because the drug caused tumor cells to die off, it could potentially be used as a cure.

''Melanoma is so phenomenally complex that we desperately need new drugs to fight it,'' Eggermont said.

There are very few drugs available for people with advanced skin cancer, which kills 70 percent of patients within one year. Williams said scientific trials offered patients the best hope for living longer.

''There are a few options that relieve the disease, but we have nothing that cures it,'' said Dr. Jorgan Bergh, a professor of oncology at Sweden's Karolinska Institute.

''This new drug is potentially interesting, but we still need to understand more about how it works and how that may interact with chemotherapy,'' he said.

Synta Pharmaceuticals will soon start a bigger study with more than 600 patients at 150 cancer centers worldwide.

Other scientists have tried to provoke immune system attacks on skin cancer tumors, but that research is preliminary and scientists have yet to find a permanent way to keep the immune system from attacking healthy cells as well.

''We need to try different, novel approaches to see what might work,'' Eggermont said, adding that the two methods -- oxygen-overloading and boosting immune defenses -- could even be combined. ''If you remove the inhibitions on the immune system and combine that with a drug, then that could open the door to new treatments,'' he said.

Doctors emphasized that melanoma tumors were different from, and deadlier than, other cancers. For instance, nearly half of all patients with a skin cancer tumor that is 4 millimeters (0.2 inches) thick will die. But for a breast cancer patient with a tumor of the same size, nearly 95 percent of patients will live.

''Patients with advanced melanoma really do not have a lot of options,'' Williams said. ''We only get one chance to save patients' lives, and this may be a good starting point.''

Por el cambio climático, subió el riesgo de contraer cáncer de piel

Sólo en un hospital de referencia del país, los casos aumentaron un 30% en cinco años.

Anatomía de un melanoma

Mariana Iglesias para Clarín
miglesias@clarin.com


El cambio climático y el adelgazamiento de la capa de ozono son los responsables de gran parte del aumento de los casos de cáncer de piel. Y Argentina, por su cercanía al agujero de ozono y el fototipo de sus habitantes es, luego de Australia, el país más afectado del mundo.

"En los últimos cinco años las consultas sobre casos de cáncer de piel aumentaron muchísimo", dice a Clarín Ricardo Galimberti, jefe del Servicio de Dermatología del Hospital Italiano y presidente del 21º Congreso Mundial de Dermatología, que comienza este domingo en Buenos Aires.

No hay estadísticas en el país, pero el especialista da las de su hospital, que es un centro de referencia: "Los casos aumentaron un 30% en los últimos cinco años. Y otro dato: entre 1985 y 1995 atendimos 75 casos de melanoma, mientras que entre 1995 y 2005 se presentan entre dos y tres casos nuevos por semana", asegura Galimberti.

Y aporta un dato de Estados Unidos: el cáncer de piel es el más importante en la mujer joven luego del de mamas, y en los varones también ocupa el segundo lugar luego del de pulmón. Entre las causas, la más importante es la gran influencia del cambio climático sobre el comportamiento del tejido cutáneo. "También influyen ciertos hábitos culturales como la vida al aire libre, la concurrencia masiva a las playas y el uso de ropa que cada vez protege menos la superficie cutánea", dice Galimberti.

La predisposición al cáncer de piel es, en parte, genética: depende del tipo de piel. "Las más expuestas son las personas de piel blanca con fototipo que favorece esta alteración. Y a ello hay que sumarle el problema creciente de la falta de protección natural por el cambio climático y el adelgazamiento de la capa de ozono. En la Argentina estamos muy expuestos a las radiaciones solares. Junto a los australianos somos los más expuestos a estos cambios climáticos", explica Galimberti.

De todas maneras, si se detecta a tiempo, el melanoma es curable. "El cáncer de piel siempre tiene un momento en que es 100% curable, y esto ocurre cuando se detecta en forma temprana. Por eso, lo más importante es la consulta precoz ante lunares que cambian de apariencia o lastimaduras que no curan", dice Carlos Gatti, del Departamento de Dermatología del Hospital Francés y director del Comité Latinoamericano del Congreso.

El sol no es la única causa de cáncer de piel. Sin embargo, más del 90% de los casos aparecen en zonas que estuvieron expuestas al sol. Las radiaciones solares ultravioletas favorecen la aparición de cáncer cutáneo, en particular el no melanoma. Estas radiaciones varían en intensidad debido a varios factores (época del año, hora, latitud, longitud), pero lo más determinante es la capa de ozono de la estratosfera, que filtra los rayos carcinogénicos.

Una regla que recomiendan los dermatólogos: "Si la sombra es más corta que la altura, no hay que exponerse al sol; si la sombra es más larga, se puede tomar sol con precaución". Otros consejos: usar protectores solares, sombreros de ala ancha y ropas livianas que cubran la piel.

sábado, 15 de setembro de 2007

Alianza contra un mal evitable

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Fotografía de Carlos Oñatibia

El próximo lunes a las 7 de la tarde, los alumnos del último año de la carrera Gestión e Historia del Arte de la Universidad del Salvador -a cargo de Julio Suaya- junto con M.A.C.M.A. (Movimiento Ayuda Cáncer de Mama), presentan la exposición Mama.

Se trata de un proyecto artístico que busca concientizar acerca de la detección temprana de esta enfermedad.

Una de cada siete mujeres está en riesgo de contraerla, como así también, en una mínima proporción, puede darse en hombres.

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Obra de Fabiana Barreda

Once artistas plásticos -Yamandú Rodríguez, Nicolás Hardy, Tatiana Parcero, Fabiana Barreda, Dolores May, Maria Allemand, Lucila Heinberg, Carlos Oñatibia, Esteban Rivero, Darío Zana, Federico Minuchín- participan de la convocatoria, creando y donando obras para la muestra.

La venta de las mismas es a total beneficio de M.A.C.M.A.

La exposición podrá visitarse hasta el 12 de octubre en el Centro Cultural Caras y Caretas, Venezuela 370, en el mismo lugar donde se hará la presentación.

Seguramente estos egresados de la USAL darán que hablar como gestores culturales.

Una gran idea cero exhibicionista para cerrar la carrera.
Para mí, al menos, una bella promesa cargada de esperanza.

Una única objeción: el nombre de la muestra me parece poco feliz. Pero es nada con todo lo que ofrecen.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Nueva terapia contra un cáncer de mama avanzado

Detiene la diseminación de la enfermedad en el organismo

Una pequeña pastilla, que se toma una sola vez al día, promete ser una nueva opción terapéutica para el 25% de las mujeres con cáncer de mama, que tienen un tipo más agresivo, HER2 positivo, que no responde a otras terapias disponibles.

Este nuevo fármaco, que los oncólogos consultados consideran primero en su clase, demostró en estudios sobre pacientes que potencia el efecto de otras terapias y detiene la diseminación de la enfermedad (metástasis) a otros órganos, en especial, el cerebro.

El HER2, o receptor 2 del factor de crecimiento epidérmico humano, es un gen que puede producir cáncer (oncogén) cuando una alteración hace que produzca demasiada proteína con el mismo nombre (receptor HER2), que estimula el crecimiento celular. Un tumor HER2 positivo indica que es agresivo, crecerá rápido y responderá menos a la quimioterapia. Por lo tanto, esas pacientes tienen alto riesgo de desarrollar metástasis.

A diferencia de los anticuerpos monoclonales, drogas que actúan sobre los receptores HER1 (otro factor de crecimiento) y HER2 en la superficie de la célula tumoral, la nueva terapia, lapatinib, inhibe esos receptores dentro de la célula. Esto impide que le envíen información al núcleo celular para su división.

"La enfermedad se paraliza y hace que por muchos meses, o años quizás, la paciente no sufra su reaparición. No es la píldora que cura el cáncer, pero sí una droga que incide mucho en su control. Ahora la estamos probando más precozmente, es decir, en mujeres con cáncer de mama HER2 positivo que aún no desarrollaron metástasis", explicó ayer el doctor Hernán Cortés-Funes, jefe del Servicio de Oncología Médica del Hospital Universitario 12 de Octubre de Madrid, después de presentar los resultados de los ensayos sobre la nueva droga.

El doctor Guillermo Lerzo, jefe de Unidad Internación/División Medicina del Hospital Municipal de Oncología Marie Curie, sostuvo que "lo más importante de esta terapia es que ocupa un lugar para el que no había un tratamiento disponible. Es una esperanza más para controlar una enfermedad avanzada. Una de cada cuatro pacientes sería sensible a esta terapia, que retrasó 8,5 meses la progresión de la enfermedad y tiene un bajo perfil de toxicidad". Lerzo participó en el estudio multicéntrico internacional sobre la efectividad del tratamiento con lapatinib.

"Las mujeres -recomendó Cortés-Funes- no deben tenerle temor al cáncer de mama. Si no se cura con cirugía o radioterapia, existen muchas opciones para revertir o controlarlo cuando vuelva a aparecer y sin alterar la calidad de vida."

Fabiola Czubaj La Nación (Argentina)

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Cafeína e exercício podem ajudar a prevenir o cancro da pele

PUBLICO (Portugal)

Uma ou duas chávenas de café e exercício regular podem ajudar a prevenir o cancro da pele, sugere uma equipa de investigadores da Universidade Rutgers (Estados Unidos), num estudo publicado esta semana pela revista "Proceedings of the National Academy of Sciences".

O estudo foi feito com uma espécie de ratinhos com pouco pêlo e, por isso, mais vulneráveis à radiação UVB. Os investigadores separaram os animais em três grupos: um dos grupos bebeu diariamente água com cafeína, outro fez exercício numa roda e o terceiro bebeu cafeína e fez exercício. Um quarto grupo foi exposto à mesma radiação e serviu posteriormente de controlo para aferir conclusões.

O objectivo do estudo era observar os danos nas células. Os investigadores verificaram o fenómeno da apoptose em todos os animais, uma destruição programada (auto-destruição) das células pré-cancerígenas que previne o desenvolvimento do cancro.

"Se a apoptose acontece numa célula danificada pelo Sol, o processo de desenvolvimento do cancro pára", explica Allan Conney, um dos investigadores. "As diferenças entre os grupos na formação de células apoptóticas — células que se desviam do caminho para o cancro da pele — eram muito acentuadas".

De acordo com o estudo, os ratinhos que beberam café tinham 95 por cento mais células apoptóticas do que os ratinhos do grupo de controlo; os que fizeram exercício tinham mais 120 por cento; e os que combinaram o consumo de cafeína com exercício mostravam um aumento de 400 por cento.

Os autores da investigação esperam agora perceber os mecanismos por trás destes resultados para avançar com o estudo dos efeitos protectores da cafeína quando associada ao exercício na prevenção do cancro da pele.