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segunda-feira, 5 de novembro de 2007

17 % des Brésiliens sont sortis de l'extrême pauvreté

En 1992, près de 36 % de la population du Brésil survivait avec moins de 2 dollars par jour. Quinze ans plus tard, cette proportion a été ramenée à 19 % des 183 millions de Brésiliens. Dans un dossier d'une vingtaine de pages consacré à la croissance des inégalités dans le monde, et notamment en Asie, l'hebdomadaire américain Newsweek décerne un satisfecit au Brésil. Le pays de Lula recueille les fruits d'une politique lancée au début des années 1990 qui a permis de scolariser 97 % des enfants. S'il reste l'une des sociétés où l'écart entre riches et pauvres est le plus grand, le Brésil est aussi l'une des seules, avec le Mexique et le Chili, où cet écart se réduit. Le coefficient de Gini (où 1 correspond à l'inégalité maximale et 0 à l'égalité parfaite) y a été réduit de 5 % entre 2001 et 2006, passant de 0,59 à 0,56.

Le Monde

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Censo aponta que 14,5% da população é portadora de alguma deficiência

O Censo 2000 revelou que 14,5% da população brasileira era portadora de, pelo menos, uma das deficiências investigadas pela pesquisa. A maior proporção se encontrava no Nordeste (16,8%) e a menor, no Sudeste (13,1%). A nova publicação traz o número absoluto de cegos e surdos no País. Em 2000, existiam 148 mil pessoas cegas e 2,4 milhões com grande dificuldade de enxergar. Do total de cegos, 77.900 eram mulheres e 70.100, homens. Dos 9 milhões de portadores de deficiência que trabalhavam, 5,6 milhões eram homens e 3,5 milhões, mulheres. Mais da metade (4,9 milhões) ganhava até dois salários mínimos. No aspecto educacional, em 2000, a taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade era de 87,1%. Já entre os portadores de, pelo menos, uma das deficiências investigadas era de 72,0%. Do total de pessoas de 15 anos ou mais de idade sem instrução ou com até 3 anos de estudo, 32,9% eram portadoras de alguma deficiência. Boletim em questão

(leia a íntegra)

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Redução da pobreza com Lula foi maior do que nos governos de FH

Com petista, queda foi de 27,7%, contra 24,3% nos oito anos do tucano

Cássia Almeida e Liana Melo













RIO e BRASÍLIA. O primeiro governo Lula conseguiu atacar a pobreza com mais sucesso do que o governo Fernando Henrique Cardoso nos seus dois mandatos, que somaram oito anos. A redução acumulada durante a primeira gestão petista, de 2002 a 2006, chegou a 27,7%, contra os 24,3% registrados nos dois períodos tucanos, de 1995 a 1998 e depois até 2002. A maior redução (23%) verificou-se no primeiro mandato do governo FH, enquanto no segundo mandato a queda foi de apenas 1,7%.
A conclusão é do economista Marcelo Neri, da Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ), que produziu estudo com base na Pnad/2006.

Leia mais no jornal O Globo (para assinantes)

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Governo Lula: Seis milhões de brasileiros deixaram de ser miseráveis em 2006

O Globo Online, Liana Melo - O Globo, Reuters

RIO - Seis milhões de brasileiros deixaram a linha da miséria em 2006, segundo um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgado nesta quarta-feira.

O número, que representa uma queda de 15% da miséria entre 2005 e 2006, representa o melhor resultado entre todos os 15 anos analisados pela FGV (1992-2006) e reflete políticas públicas que beneficiaram a parcela mais pobre da população, como a expansão do Bolsa-Família e os aumentos do salário.

Mesmo assim, dois em cada dez brasileiros ainda estão na miséria. Existem 36,2 milhões (19,31% da população) de pessoas no país que ganham até R$ 125 mensais, valor usado de referência para classificar a miséria. Outras 8,7 milhões (4,69%) vivem com menos de US$ 1 por dia.


- Acho que essa queda em 2006 vai se repetir em 2007, uma vez que o crescimento da economia é bom, há uma perspectiva boa para o aumento do emprego e há também uma continuidade dos programas sociais do governo - disse o economista responsável pela pesquisa, Marcelo Neri, do Centro de Políticas Sociais da FGV.

Embora a quantidade de miseráveis seja assustadora, esta foi a primeira vez que o número de miseráveis ficou abaixo de 20% da população brasileira, desde que a FGV começou a realizar a medição, em 1992. Naquele ano, o percentual de miseráveis atingiu 35,16%.

Apesar disso, a cesta básica mais barata das regiões metropolitanas do país custa R$ 141,53.

As informações fazem parte do estudo "Miséria, Desigualdade e Políticas de Renda: O Real do Lula", apresentada pelo economista da FGV Marcelo Neri. A pesquisa avalia a evolução da distribuição de renda e de pobreza nos últimos 15 anos com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo IBGE na semana passada.

Segundo Neri, custaria em média R$ 12 por mês por pessoa para erradicar a pobreza no Brasil. O cálculo exclui a parcela da população que ganha menos de R$125 por mês.

O levantamento mostra que a renda domiciliar dos brasileiros cresceu em todos os anos de eleições (1982, 1986, 1989, 2002 e 2006) e caiu em todos os anos pós-eleitorais.

A desigualdade no país também caiu. A renda dos 10% mais pobres subiu 57,4% e a dos 10% mais ricos aumentou quase 10 vezes menos, 6,8%.

Governo Lula: Queda da miséria em 2006 teve o melhor resultado desde 1992

O Globo Online

RIO - O percentual da população brasileira que vive em situação de miséria caiu de 28,17% em 2003 para 19,31% em 2006, segundo levantamento realizado pelo pesquisador Marcelo Neri da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em 1992, o percentual da população que vivia em situação de miséria era de 35,16%.

O melhor resultado entre todos os 15 anos analisados pela FGV (1992-2006) foi encontrado justamente em 2006, quando o número de miseráveis caiu 15% em relação a 2005, refletindo políticas públicas que beneficiaram a parcela mais pobre da população, como a expansão do Bolsa Família e os aumentos do salário mínimo.

As informações fazem parte do estudo "Miséria, Desigualdade e Políticas de Renda: O Real do Lula", apresentada por Neri. A pesquisa avalia a evolução da distribuição de renda e de pobreza nos últimos 15 anos com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo IBGE na semana passada.

Segundo relatório do estudo, "o bolo cresceu para todos, mas com mais fermento entre os mais pobres".

No ano passado a renda dos 50% mais pobres cresceu 12%, enquanto que a dos 10% mais ricos tive um ganho menor, de 7,8%, diz o estudo.

Governo Lula: Miséria diminui 15% no Brasil em 2006, diz FGV

Levantamento com base na Pnad aponta queda de 22,77% para 19,31% entre 2005 e 2006

Jacqueline Farid - Agência Estado


RIO DE JANEIRO - O porcentual da população brasileira que vive em situação de miséria caiu 15% em 2006, segundo revela levantamento realizado pelo pesquisador Marcelo Néri, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), divulgado nesta quarta-feira, 19. Em 2005, miseráveis representavam 22,77% dos brasileiros, contra 19,31% em 2006.

Em 1992, o porcentual da população que vivia em situação de miséria era de 35,16%. A conta foi feita a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo IBGE na semana passada.

Para Néri, o ano de 2006 "foi o melhor ano isolado da série história da nova Pnad, com queda de 15% da miséria", em relação à pesquisa de 2005. O detalhamento da pesquisa realizada por Néri, intitulada "Miséria, Desigualdade e Políticas de Renda: o Real do Lula" serão apresentados na tarde desta sexta-feira pelo pesquisador na sede da FGV, no Rio.