Mostrando postagens com marcador Eva Perón. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eva Perón. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Uma boa escolha


Em votação na TV, general San Martín é eleito o maior argentino da história

RODRIGO RÖTZSCH

DE BUENOS AIRES

Com 55% dos mais de 2 milhões de votos, o general José de San Martín (1778-1844), considerado o "pai da pátria", foi eleito em um programa de TV o maior argentino da história.
San Martín teve participação decisiva não só na independência argentina, em 1816, como também nas do Chile e do Peru, país do qual foi o primeiro presidente. Ele bateu na final do programa o cardiologista René Favaloro (1923-2000), que desenvolveu as cirurgias de ponte de safena e criou uma fundação dedicada ao tratamento de doenças cardíacas, e o pentacampeão mundial de Fórmula 1 Juan Manuel Fangio (1911-1995).
Os vídeos exibidos no programa final contribuíram com a escolha, ao destacarem apenas aspectos positivos de San Martín, enquanto salientaram laços de Favaloro e Fangio com a última ditadura militar (1976-1983).
Entre os dez primeiros colocados estiveram ainda Ernesto Che Guevara, Eva Perón, o escritor Jorge Luis Borges e o ex-jogador de futebol Diego Armando Maradona, única personalidade viva entre os escolhidos.
O programa, exibido pela Telefé, emissora líder da TV argentina, é baseado num formato original da britânica BBC e que já teve edições em outros países, como Portugal, onde o ditador Antônio Salazar acabou eleito. Na Grã-Bretanha, o escolhido foi o primeiro-ministro Winston Churchill.
Embora fosse argentino de nascimento e tenha tido uma atuação política destacada no país, San Martín viveu poucos anos na Argentina. Aos 5 anos, mudou-se para a Espanha, onde fez sua carreira militar. Só regressou à Argentina em 1812, quando se aliou aos combatentes pela independência.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Evita: la joya peronista

Civilización y Barbarie

Blog de Cristina Civale

Es lunes a la tarde. Parece primavera ya en Buenos Aires. "Un día peronista", se hubiese dicho en otros tiempos o quizá se continúe diciendo por siempre.

IMG_3113.JPG
Gigantografia%20Evita%20mujer.jpg

Entonces hoy es un día perfecto para ir al Museo Evita, aunque sea lunes y esté cerrado.
Pero tengo el privilegio de estar invitada a los retoques finales del montaje de la muestra que Marcelo Toledo (Escobar, 1971), el joven y famoso orfebre, está montando en dos salas.

El miércoles 5 se abrirá al público con entrada libre y gratuita su muestra Evita: figura, mujer y mito. Allí Toledo a través de más de cien objetos de orfebrería -recreaciones de joyas, objetos y vestidos usados por Eva Perón- da cuenta de la tranformación que convirtió a una actriz de reparto primero en la primera dama y luego en la abanderada de los humildes al mismo tiempo que tambien representaba, según Toledo, a un ícono del glamour que sólo se vestía con Dior y Balenciaga y compraba joyas Van Cleef.

Luego de más de un año de investigación su trabajo espera dar cuenta de este tránsito: de María Eva Duarte a Eva Perón a Evita.


La primera vez que visité el Museo, en invierno de 2005, me pareció un lugar desangelado. La escritora Claudia Soria presentaba allí su libro Los cuerpos de Eva.

Recién hace algo más de un año, cuando Claudia Aboaf y Daniel Cid, tomaron la concesión del restaurante con un patio de ensueño, el lugar remontó vuelo y se convirtió en una parada obligada de turistas y de porteños bien informados en lides gastronómicas.

Poco después comenzaron las muestras temporales. La que dio envión al espacio fue sin dudas la de Daniel Santoro y más recientemente la de Nora Iniesta.

Pero todo indica que la de Toledo, será la muestra consagratoria que anclará el espacio definitivamente en el imaginario de la ciudad.

Así es, con el objeto de brindar una mirada contemporánea acerca de cómo se transformó la actriz María Eva Duarte en Evita, Toledo, el orfebre que se hizo famoso tanto por actualizar el arte de la orfebrería (sus mates parecen piezas de art nouveau) como por inventar los regalos de los últimos presidentes a los reyes de España e Inglaterra, preparó una exposición de piezas de plata y oro inspiradas en su figura. Aros, broches y collares entre otras joyas. Se exhibirán, también, interpretaciones en metal de la iconografía y gráfica peronista: gigantografías de Evita en plata, una línea de piezas basada en fragmentos de los discursos, además de obras inspiradas en su vestuario.

Con ella Toledo, que cuenta entre sus clientes a numerosos políticos pero que se declara poco interesado en la política, espera dar el gran salto internacional. La muestra girará a partir de octubre por distintos espacios de Europa.

-¿Por qué Evita?-le pregunto.
-Porque estaba buscando una muestra con un personaje que me permitiera trascender la fronteras- me responde.
-¿Entonces tu dilema estaba entre hacer una muestra sobre el Che, Gardel o Evita?
-De ninguna manera, por mi tipo de trabajo, Evita es perfecta. Ella representa todo el glamour, cosa que no tiene ningún otro personaje argentino de su envergadura.

La exposición, que está declarada de interés cultural por la Secretaría de Cultura de La Nación y la Secretaría de Turismo de La Nación, podrá verse durante todo el mes de septiembre en el Museo Evita, esa casona construida en la primera década del siglo pasado para albergar a mujeres del interior del país en su paso por Buenos Aires.










This album is powered by BubbleShare - Add to my blog

domingo, 5 de agosto de 2007

Argentina revive nostalgia de Evita


Campanha eleitoral de Cristina Kirchner causa febre sobre ex-primeira-dama na mídia

Correspondente BUENOS AIRES.

Não existem muitas semelhanças entre ambas, mas com o lançamento da candidatura presidencial da senadora e primeira-dama argentina, Cristina Fernández de Kirchner, a evocação da imagem de Eva Perón, a mulher mais importante da história política do país, foi inevitável.

Tratando-se de duas mulheres peronistas, as comparaçõe s, alimentadas pela própria Cristina, tomaram a opinião pública. Em recentes viagens ao exterior, a candidata do governo de seu marido, o presidente Néstor Kirchner, disse sentirse identificada com “a Eva Perón de coque e punho cerrado”.

Resultado: em plena campanha eleitoral, Evita voltou a brilhar em grande estilo em revistas e jornais do país. Semana passada, o jornal “Perfil” publicou uma edição de 24 páginas com fotos da segunda esposa do general Juan Domingo Perón, que até hoje não haviam sido divulgadas.

O material pertence à família do fotógrafo Pinélides Aristóbulo Fusco (1913-1991), que trabalhou com o casal entre 1948 e 1955.— As fotos estavam guardadas porque não havia interesse em publicá-las. Mas a imagem de Evita voltou a interessar, e muito, tanto que estamos realizando uma exposição itinerante na província de Buenos Aires — disse ao GLOBO Edgardo Fusco, filho do fotógrafo de Evita e Perón.

Segundo ele, depois de 1955 (ano em que foi derrubado Perón), o pai teve de esconder as fotos por motivos políticos.

Depois o material acabou ficando guardado.

As fotos de Fusco mostram uma Evita informal, de cabelos soltos, falando no telefone, conversando ou tocando o piano, imagens que nunca antes haviam sido vistas pelos argentinos. O fotógrafo argentino, que tinha 35 anos quando conheceu a segunda esposa de Perón, retratou momentos inesquecíveis da vida do maior mito feminino da Argentina, por exemplo, o dia em que Evita, já muito doente, fez questão de votar nas eleições presidenciais de novembro de 1951. Era a primeira vez que as mulheres argentinas votavam, uma das grandes vitórias da carreira política de Evita.

Em 27 de julho passado, o governo Kirchner organizou um ato em homenagem à segunda esposa de Perón, exatamente 55 anos após sua trágica morte. A candidata do governo foi a grande estrela do evento, que reuniu mais de 2.500 pessoas no município de Berazategui, na província de Buenos Aires. Cristina lembrou da Evita de sua juventude, de sua militância política e também da Evita “dos silêncios, da longa noite da ditadura (1976-1983)”.

— Existe também uma Evita de novas significações, não na liturgia dos discursos vazios, mas sim na obra de governo, que é onde ela deve ser honrada — assegurou a primeira-dama argentina.

Em tom enérgico, Cristina defendeu a “Eva da vitória sobre os ridículos que pretendem desconhecer a inteligência do povo quando tentam nos convencer de que tudo está mal”.

O Globo
(para assinantes)

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Homenagem a Eva Perón, a figura mítica da Argentina, no aniversário de sua morte

Eva Perón faleceu em 26 de julho de 1952 aos 33 anos de idade

"Como a maioria das mulheres, sou mais forte do que pareço"
Eva Perón

"Como la mayoría de las mujeres, soy más fuerte de lo que parezco"
Eva Perón

« Comme la majorité des femmes, je suis plus forte que je n'en ai l'air »
Eva Peron