Mostrando postagens com marcador Convenções. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Convenções. Mostrar todas as postagens

domingo, 29 de julho de 2007

Brasil pode cair no ranking de sedes de eventos

Organizações internacionais já reconsideram fazer congressos e feiras no país, que hoje ocupa 7o- lugar

Ana Lúcia Borges

No mundo corporativo, reuniões canceladas e viagens de negócios adiadas já não são a única rotina. Feiras e congressos começam a ser afetados pelo caos nos aeroportos: muitos participantes não conseguem chegar aos encontros, e grupos antes interessados em trazer eventos de grande porte ao país mostram-se inseguros quanto à escolha do destino. O Brasil, que ocupa o sétimo lugar no ranking de países que mais sediam eventos internacionais, segundo dados da International Congress & Convention Association (ICCA), agora corre o risco de perder a posição.

Único latino-americano entre os dez primeiros, o país ficou atrás apenas de EUA, Alemanha, Reino Unido, França, Espanha e Itália em 2006.

— Em 2005, ocupávamos o 11 olugar. Em 2007, esperávamos subir para o sexto, mas agora podemos perder essa posição — diz o presidente da Federação Brasileira de Convention & Vi s i t o r s Bureaux (FBCVC), João Luiz Moreira. — O caos aéreo começa a ter um efeito muito grave na área de turismo de eventos. Esse setor não sobrevive sem transporte aéreo. Bons meios de acesso e uma boa infra-estrutura hoteleira são fatores decisivos na escolha de um destino para a realização de um evento. Se a malha aérea brasileira não funciona, essa informação circula e repercute negativamente em outros países. Gera-se um clima de desconfiança.

Organizações internacionais interessadas em fazer eventos no país têm nos procurado, temerosas. Estão reconsiderando o investimento em congressos e feiras no Brasil.

Em 2006, foram acertados 5.119 eventos a serem realizados no Brasil entre 2007 e 2014 (95% deles de produção nacional).

Este ano, o acidente com o Airbus da TAM agravou a crise aérea às vésperas da alta temporada para a realização de eventos no país — e de captação de futuros congressos, convenções e afins —, que vai de agosto a novembro.

— Se essa crise avançar pelo mês de agosto, quando começam a ser estudados novos eventos, a previsão é de queda no número de participantes e na captação de eventos a serem realizados no futuro. Ainda é cedo para avaliar os danos.

Mas será uma catástrofe que poderá ter impacto daqui a dois, três, até oito anos — afirma Moreira. O Globo (para assinantes)

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Correio Braziliense fala de turismo

Brasil no circuito

Os grandes eventos esportivos como o Pan-Americano e a possibilidade de sediar competições mundiais, como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, impulsionam a cadeia produtiva do turismo no Brasil. De acordo com o ranking da ICCA (International Congress e Convention Association), a mais importante entidade internacional do segmento de eventos, o país saltou da 19ª posição (2003) para a 7ª posição (2006) entre os destinos que mais recebem eventos no mundo, mantendo — se líder na América Latina e segundo lugar nas Américas. A Infra-estrutura moderna, aumento da oferta hoteleira, diversidade gastronômica, múltiplas opções de entretenimento e compras são alguns dos fatores que fazem com que o Brasil ganhe papel de destaque como destino de eventos. De acordo com a Federação Brasileira de Convention e Visitor Bureaux, 1.514 eventos foram realizados no país em 2006.


Parintins lança guia

A terra do Bumba-meu-boi entra na luta contra exploração sexual de crianças e adolescentes. Mais de 100 mil pessoas no festival folclórico de Parintins (AM) presenciaram o lançamento da campanha Turismo Sustentável e Infância (TSI), do Ministério do Turismo. A cidade receberá milhares de cartazes, adesivos, camisetas da campanha e palestras de conscientização. Durante as festividades da tradicional festa folclórica da cidade amazonense, houve também o lançamento do primeiro guia turístico de Parintins.