Mostrando postagens com marcador infarto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador infarto. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Un mal matrimonio puede dañar el corazón

Un estudio publicado por Archives of Internal Medicine reveló que las personas que tienen malas relaciones son un 34% más propensas a padecer un episodio cardíaco. Los investigadores creen que eso puede estar motivado en el estrés que provoca una disputa familiar.

La calidad de la relación de pareja tiene incidencia en la salud cardíaca de la persona. Así lo establece un reciente estudio que reveló que un mal matrimonio puede elevar el riesgo de sufrir enfermedades del corazón.

Los científicos que llevaron adelante el trabajo indicaron que probablemente esto se deba al estrés, que –se sabe- provoca muchos problemas de salud y puede ser generado por las malas relaciones.

El estudio se realizó entre 9.011 empleados públicos británicos, en su mayoría casados, a quienes se les realizó un seguimiento durante 12 años. Aquellos que tuvieron las peores relaciones cercanas mostraron ser un 34% más propensos a sufrir infartos y otros problemas cardíacos que aquellos que gozaban de buenas relaciones, entre parejas, familiares cercanos y amigos.

El trabajo, publicado por los Archives of Internal Medicine, se enfocó en la calidad del matrimonio y otras relaciones cercanas. El autor principal del estudio, Roberto De Vogli, investigador del University College de Londres, explicó: "El estar casado en general está bien, pero hay que tener cuidado con el tipo de persona con la que uno se ha casado, pues la calidad de la relación sí importa".

Otro estudio reciente que también se enfocó en la calidad de las relaciones arrojó resultados diferentes. No hubo relación entre los problemas matrimoniales en general y los riesgos de enfermedad cardíaca o de muerte temprana. Sin embargo, descubrió tras un seguimiento de 10 años que las mujeres que callaron durante discusiones matrimoniales tuvieron un mayor riesgo de morir que las que expresaron sus sentimientos durante las peleas.

(Fuente: AP)

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Mulheres correm mais risco de morrer de infarto do que os homens

EFE

VIENA - As mulheres correm um risco de morrer de infarto maior do que os homens, apesar de a incidência ser maior entre eles. Elas devem procurar imediata quando surgem os primeiros sintomas, segundo um estudo apresentado nesta segunda-feira, em Viena, durante o Congresso Europeu de Cardiologia. Nesta segunda, uma participante do encontro morreu de parada cardíaca , apesar dos esforços dos colegas para reanimá-la.

" As mulheres deveriam procurar mais rapidamente a ajudar de um especialista quanto tiverem problemas de coração ou se sentirem mal (M. Masotti, cardiologista) "

De acordo com o levantamento realizado pela equipe da cardiologista Mónica Masotti, do Instituto do Tórax do Hospital Clínico de Barcelona, a porcentagem de mortalidade pós-infarto entre as mulheres subiu para 18%, enquanto entre os homens está restrita a 8% dos casos. Segundo a cardiologista, a explicação é que a população feminina sofre infartos numa faixa etária mais elevada e em estados de saúde piores.

A pesquisa envolveu 529 pacientes, sendo 417 homens e 112 mulheres, entre janeiro de 2002 e dezembro de 2006. Todos eles foram operados em menos de 12 horas após apresentar os primeiros sintomas do infarto. As mulheres morreram durante a cirurgia para a desobstrução das artérias com cateter.

- As mulheres deveriam procurar mais rapidamente a ajudar de um especialista quanto tiverem problemas de coração ou se sentirem mal - recomendou a Masotti, destacando que as mulheres se diferenciam dos homens por uma série de fatores: quando procuram um cardiologista elas são mais velhas e sofrem mais de insuficiência cardíaca e diabetes, apesar de fumarem menos.

Fumo em debate no congresso

Cerca de 25 mil especialistas estão reunidos em Viena até quarta-feira. Em outros painéis, cardiologistas enfatizaram a relação entre fumo e problemas cardíacos. Baseados em estudos realizados na Irlanda e na Itália, o austríaco Kurt Huber reforçou a necessidade de suspensão do fumo em espaços públicos. O estudo irlandês mostrou que o número de infartos caiu no primeiro ano em que se estabeleceu a proibição. Na Itália, o número de hospitalizações por infarto agudo também caiu cinco meses depois de a nova lei entrar em vigor.

Além disso, o cardiologista francês Nicolas Amabile apontou uma relação entre doenças cardíacas e a saúde bucal: os pacientes com gengivite apresentam maior risco de apresentar obstruções nos vasos coronarianos. Fonte portal do O Globo