PT realiza encontro estadual este fim de semana
03/08/2007
PT realiza Congresso Estadual neste final de semana
Neste final de semana (3 a 5 de agosto) acontece a etapa estadual do 3º Congresso do PT. Os militantes elegeram 1500 delegados para o Congresso Estadual e cerca de 70 para o Nacional. Do encontro em São Paulo espera-se que sejam escolhidos cerca de 300 representantes, além dos 70, para o Congresso Nacional, onde os paulistas devem representar cerca de 40% do total de delegados.
Para o deputado federal Cândido Vaccarezza, esta é uma oportunidade de suma importância para que sejam discutidas as questões internas do partido e situação econômica e política do país e a participação dos filiados é fundamental.
“Temos que definir qual será a posição política do PT para os próximos 10 anos. Isso passa pelo debate aprofundado das teses que iremos apresentar no Congresso Nacional. Pensar no pós-governo Lula, o que tem muito a ver com a construção partidária. Por isso, é necessária a antecipação do PED – Processo de Eleições Diretas do PT para este ano ainda”, explica o deputado.
A programação do Congresso está disponível no www.pt-sp.org.br. Leia mais
Programas de transferência de renda
reduziram em 21% a desigualdade no país
Os programas de transferência de renda, hoje reunidos no Bolsa-Família, foram responsáveis pela redução de 21% da desigualdade de renda no Brasil, segundo estudo divulgado esta semana pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Segundo os pesquisadores, o grande trunfo dos projetos é o foco em quem realmente precisa. Entre os aspectos mais elogiados nos programas está o fato de que, em geral, 60% dos recursos são direcionados aos 20% mais pobres da população. No caso do Bolsa Família especificamente, 80% dos recursos são destinados aos 40% mais pobres. Este ano, o programa brasileiro tem reservados R$ 8,7 bilhões para 11 milhões de famílias com renda per capita mensal de até R$120. Leia mais
Produção industrial cresce 4,8% no semestre, diz IBGE
Em junho, a alta foi de 1,2% em relação a maio. Foi o nono aumento consecutivo nesse tipo de comparação. Já estão excluídos fatores sazonais (interferências específicas de determinados períodos do ano). Diante de junho do ano passado, houve elevação de 6,6%, a mais expressiva desde dezembro de 2004 (8,3%), segundo o IBGE. Leia mais
Para saber mais sobre o trabalho do deputado e as principais notícias políticas e econômicas, acesse diariamente www.vaccarezza.com.br
Assessoria de Comunicação
Deputado Federal Cândido Vaccarezza
segunda-feira, 16 de julho de 2007
Ciro Gomes ganha 'afagos' e 'resistência' do PT, após entrevista
BRASÍLIA - Após a afirmação de que não aceita ser vetado como possível candidato da coalizão governista, em 2010, o ex-ministro e deputado Ciro Gomes (PSB-CE) recebeu no domingo, 15, afagos diplomáticos de alguns petistas e enfrentou resistência de outros.
O ministro Luiz Dulci, chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, considerou que "não existe veto" e que "não é apenas que não exista veto. É melhor que isso. Ciro é um interlocutor importante do PT e uma das principais lideranças da coalizão", afirmou.
Em entrevista publicada no domingo, 15, pelo Estado, Ciro declarou que a escolha do candidato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à sucessão não pode ser feita com base em vetos.
O ex-ministro disse que, da mesma forma, não tem o direito de vetar nenhum nome. Também cobrou a discussão de um projeto para o País depois do governo Lula e sustentou a tese de que o presidente não fará o sucessor se ficar amparado apenas nas realizações do primeiro mandato. Ciro fez duras críticas e cobrou avanços em setores como educação, saúde e segurança pública.
O presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), reiterou que "da parte do PT, não há veto ao Ciro". Embora tenha ressalvado que a discussão sobre a sucessão presidencial é precoce, o dirigente petista foi além e incluiu Ciro na lista de possibilidades da coalizão. "Ciro Gomes é uma liderança que tem que ser levada em consideração para a Presidência da República", disse Berzoini.
Tanto o presidente do PT quanto o ministro da Secretaria Geral elogiaram a "lealdade" de Ciro ao presidente Lula. "As pessoas o respeitam muito dentro do PT pela trajetória progressista e pela lealdade ao presidente Lula", afirmou Dulci.
PT e PMDB
Houve, no entanto, quem insistisse em um nome do PT para a sucessão de Lula. O deputado petista Cândido Vaccarezza (SP) apontou como "natural" um candidato do PT à presidência e do PMDB à vice, embora tenha defendido a presença do PSB de Ciro em uma grande aliança. Vaccarezza ressalvou que "é cedo para as pessoas lançarem candidaturas, vetarem ou não".
O deputado petista defendeu que, em 2010, todos os partidos que integram a coalizão, "estejam unidos em torno da aliança central PT/PMDB". "O PSB é integrante dessa grande coalizão. Esse grupo deve discutir um nome. Defendo que seja do PT e acho que é o mais provável. Vamos buscar um nome que unifique e que tenha condição de ganhar a eleição. Na minha avaliação, o vice tem que ser do PMDB. O PT foi o partido mais votado e o PMDB o segundo partido mais votado nas últimas eleições. É natural que a aliança central seja PT/PMDB", sustenta Vaccarezza.
O deputado diz, porém, que a prioridade dos petistas agora são as eleições municipais, em que buscarão vencer nas principais capitais e, ao mesmo tempo, garantir peso eleitoral e político em cidades menores do interior do País.
O ex-ministro José Dirceu comentou em seu blog a entrevista de Ciro Gomes ao Estado. Considerou-a "simples, direta e objetiva". E elogiou: "Ele coloca o dedo nos graves problemas do Brasil. Esse é o Ciro Gomes. Uma entrevista à altura de um dos prováveis candidatos à Presidência da República em 2010."